
Em pleno séc. XXI ainda se cometem loucuras por amor. Pensava que isso já nem existisse.
Um rapaz e uma rapariga apaixonaram-se (coisa rara hoje em dia).
E dadndo largas a esse amor, o menino comete uma loucura.
Estando inseridos num ambiente militar, dormindo em casernas distantes. o rapaz num acesso de amor repentino, sai da sua camarata às 3:00h da manhã, percorre a distância numa noite primaveril, com o ar da serra como seu confiente, sua companhia e ao chegar perto da caserna feminina, o seu coração entra em arritmia, daquelas que até se sente o coração à boca, o discurso tantas vezes repetido mentalmente custa a sair, mas mesmo assim enche-se de coragem e bate à porta.
A matrafona da colega, abre a porta e perante tanta insistência, lá resolve chamar a menina, objecto da loucura romântica.
O menino um pouco desajeitado, nervoso, lá consegue pedir a menina em namoro. Sim, em namoro ao vivo e a cores. Poderia pedir através de uma chamada, de um sms, ou mesmo videochamada, mas não, preferiu a via normal, a via da paixão, do cara a cara, sentir o cheiro, o olhar.
Ela, diz sim, começa a chorar, abraçam-se. O "pacto" é selado com um romântico beijo.
Ele sai, volta feliz à sua caserna, e aposto que, se dormiu, deixou-se dormir a sorrir.
A menina voltou para a sua cama, feliz, contou à amiga da cama ao lado (sua confiente nas últimas noites) e adormece a pensar no seu "Romeu".
A matrafona, essa, fica a matutar toda a noite, como vai estragar a história de amor.
Horas depois, o menino é expulso do organismo ao qual dedicou os últimos meses, e que seria o seu futuro, o futuro que ele queria construir com a menina.
A menina chora, pois dormiu a sonhar e acordou num pesadelo, mas a promessa de ficaem juntos mantem-se. Ele tudo fará para ficar a seu lado. Num futuro que só eles o saberão.
A matrafona sorri. Um sorriso sarcástico ao qual os colegas não ficam indiferentes. Será objecto de indiferença, repugnância até acabar o curso. A eterna solitária, como merece.
Esta é uma história verdadeira.
Era necessário todo este aparato por causa de um acto romântico?
Existem muitas "matrafonas" na sociedade, em que deparamos, muitas vezes com gestos como estes grotescos , medíocres ,invejosos, "fora as matrafonas:P" "Amor ao Poder":P
ResponderEliminarass. marisa
Rapaz e rapariga apaixonarem-se hoje em dia é coisa rara? Xiça, é o que mais acontece e acontecerá.
ResponderEliminarTão novinha e já com discurso de velha?
Infelizmente há pessoas más e invejosas em todo o lado.
ResponderEliminarMas terá o que merece!
A propósito, gosto muito do seu blog.
Maria
E o problema é que são essas matrafonas que vencem sempre...
ResponderEliminarObrigado pela visita Marisa.
Beijos para ti e para o Pipe.
Antiego, com essa intensidade assim é raro.
ResponderEliminarTão novinha?? Obrigado.
Maria, obrigado pela visita.
ResponderEliminarApareça sempre.
A inveja feminina é uma coisa inexplicável. Entre homens a inveja também existe, obviamente, mas nunca conduziria a uma situação dessas.
ResponderEliminarA matrafona ficará para tia a vida inteira?
Deus queira que sim.
ResponderEliminarOu então que encontre alguém que a faça sofrer o resto da vida...
Oi, Carlota,
ResponderEliminarVi seu comentário no blog da M. J. Falcão e tomei a liberdade de visitá-la.
Ótimo blog o seu - virei outras vezes,
O amor nem sempre é fácil de ser vivido, não é mesmo?
Um fraterno abraço equando tiver tempo, por favor, vivite o jazz + bossa, ok? O endereço é:
http://ericocordeiro.blogspot.com/
Olá Érico seja bem vindo ao meu blogue.
ResponderEliminarObrigado pela visita!
Um abraço!
Já agora, que comentário o fez vir ver o meu blogue???
ResponderEliminarObrigado pela visita