
Revolto o meu ser, revolto imagens pelas quais chorei, sofri.
O cheiro do mar salgado faz-me querer fugir para longe.
As ondas batem fortemente, ao longe. Como se chamassem por mim.
Sinto-me presa. Estou presa!
As tuas mãos seguram a minha inquietude, a minha revolta, a minha ira em querer partir. A minha raíz agita fortemente a terra que a esconde. Aos poucos pequenos golpes rompem a minha pele. O sangue escorre deixando-me fraca.
Uma lágrima escorre pela minha face.
Revolte esse ser,
ResponderEliminarDeixe essa penumbra,viva,ame quem tem que amar deixe a melancolia e mostre a sua alegria.
Existirá certamente quem a ame,mostre-se a quem de si precisa talvez.
Agradeço o comentário.
ResponderEliminarMas gosto de saber com quem "falo".
Obrigado pela visita
Inspirada, Carlota?
ResponderEliminarE com um admirador secreto pelos vistos.
A inspiração tem dias.
ResponderEliminarO admirador, pois, esse é mesmo secreto, que nem eu sei quem é...