
São momentos de humor
Que mascaram um semblante negro
Vivências alegres, fúteis
Que minha alma abandonam
Por vezes necessários, outras apenas úteis!
O sol abrasador que me queima
Faz arder a minha alma gelada
Suave no seu toque mais profundo
Desejos ardentes no pensamento
Caídos! Caídos pelo chão, imundo!
O corpo é apenas um fantoche
Manipulado por correntes ásperas
De vivência passageira deitada para o ar
Procura uma orquídea pelo seu anjo
Que lá no alto a continua a guardar...
Que lá no alto continua a guardar ...
ResponderEliminarSob o céu do Alentejo, duvido que haja um outro céu com tamanha inspiração.
Parabéns pela simplicidade e pela cumplicidade consigo mesmo.
Lindo, terno, real e verdadeiro.
5bjs
5 Estrelas do Brasil!!
ResponderEliminarNão é só o imenso céu do Alentejo, é tudo o que o envolve, o ar, a terra, a vegetação, enfim toda a calma desta terra que serve de inspiração.
Este simples poema foi escrito em menos de 5minutos. Asim que escrevi a 1ª linha, veio tudo o resto, ainda mais depressa do que os meus dedos a escrever, eheheheh
Um abraço para as 5 estrelas!
Intenso, Carlota.
ResponderEliminarMuito bonito.
Pedro.
ResponderEliminarObrigado pelas tuas palavras.
Inspiração à hora de almoço...
:)