
Anne-Louis Girodet de Roussy-Trioson (1808)
Pintado em plena época napoleónica.
Inspirado num dos mais importantes romances do tempo, Atala, de Chateaubriand, uma trágica história de amor entre dois selvagens, publicado em 1801 e que viria a ser tratada seguidamente por inúmeros pintores seduzidos pelo exotismo da narração.
Lindo! Sei que tens bom gosto, amiga conterrânea!
ResponderEliminarBeijinhos~
o falcão
Obrigado.
ResponderEliminarTambém tem um excelente bom gosto.
Beijinhos!
a orquídea, eheheh
Conterrânea? Como assim? de A ou de P? :)
ResponderEliminarJL, curioso!!!
ResponderEliminarDe P.
Porquê?
Porque no caso de A. também era minha conterrânea.
ResponderEliminarBeijinhos.
É verdade, já não me lembrava. Mas é conterrânea de P.
ResponderEliminarbeijo
«É verdade, já não me lembrava.»
ResponderEliminarLindo, Carlota. Obrigado. :)
Beijinhos.
Desculpas aceites???
ResponderEliminarNão fiques zangado, comigo!
Beijo
Tenho que te falar de uns pintores de que vais gostar com certeza. Mas isto fica para depois do Natal...
ResponderEliminarCá a esperarei com agrado.
ResponderEliminarUm abraço!