A distância tem destas coisas.
Por mais que queiramos ajudar alguém, a longa distância deixa-nos de mãos e pés atados.
Um telefonema, uma sms alegra a alma, mas realmente não é a mesma coisa, quando o que queríamos era estar perto, ver o olhar, sentir um abraço.
As melhoras!
terça-feira, 20 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Incompreensão
É na solidão do meu lar, na noite escura que recupero do movimento frenético do dia a dia.
São estes os momentos nos quais me alheio da realidade que me envolve e me deixo levar para um mundo incompreensível.
Diariamente o cenário muda e os personagens desvanecem pela minha mente.
O certo, o errado confundem-se em momentos tortuosos.
Não há sol, não há céu, nem frio, nem calor.
E assim fico, aconchegada no meu leito esperando o amanhã.
São estes os momentos nos quais me alheio da realidade que me envolve e me deixo levar para um mundo incompreensível.
Diariamente o cenário muda e os personagens desvanecem pela minha mente.
O certo, o errado confundem-se em momentos tortuosos.
Não há sol, não há céu, nem frio, nem calor.
E assim fico, aconchegada no meu leito esperando o amanhã.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Aula de alemão
Com a visita da sr.ª Merkel a Portugal, lembrei-me das aulas de alemão no longíquo ano de 1990.
A professora era o terror das turmas de Humanidades do 10º ao 12º ano.
Após a 1ª aula em português, todas as outras foram em alemão do início ao fim. Um horror!!
Pouco fiquei a saber, mas quando era para ler, lá estava eu sempre de braço no ar. Como a professora dizia :" A menina não percebe nada do que diz, mas tem uma pronúncia excelente!"
Ao menos isso!
A professora era o terror das turmas de Humanidades do 10º ao 12º ano.
Após a 1ª aula em português, todas as outras foram em alemão do início ao fim. Um horror!!
Pouco fiquei a saber, mas quando era para ler, lá estava eu sempre de braço no ar. Como a professora dizia :" A menina não percebe nada do que diz, mas tem uma pronúncia excelente!"
Ao menos isso!
domingo, 11 de novembro de 2012
Prenda de anos natural
Querida Mané, és uma apressada!!
Aqui vos deixo uma belíssima obra da minha amiga Mané.
Um nabo esculpido por ela, acompanhado por lindas folhas de Outono, que gosto muito.
Uma prenda de anos temporária mas oferecida com muito gosto.
Obrigado Mané!!
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Sugestão Semanal
Sábado, dia 10 de Novembro pelas 16h, o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre apresenta "Passeando na História", um reviver das nossas tradições, onde o passado, o presente e o futuro do Rancho da Boavista estão em ligação.
Comemorar 45 anos de Actividade.
Para este espectáculo recorreu-se a alguns dos elementos que um dia já fizeram parte da vida do Boavista, e dos actuais.
Também eu um dia já fiz parte desta família. E foi tão bom voltar a dançar ao fim de 23 anos. Como se costuma dizer é como andar de bicicleta, nunca se esquece. Assim que os primeiros acordes começaram foi como religar a máquina e ela arrancasse do ponto em que ficou.
Já há dois meses que temos ensaios semanais, duas horas de intensa actividade.
No ínicio parecia que tinha levado uma sova, mas depois o corpo foi-se habituando de novo ao movimento. O que custa ainda um pouco é os braços nos ar. Já não tenho mais 11-15 anos, eheheh.
Dançar sempre com um sorriso, o que me ensinaram e o que tenho posto em prática em toda a minha vida.
Convido-vos a aparecer.
Ficarão surpreendidos com o grandioso espectáculo que está a ser preparado e claro terem a oportunidade de me ver dançar, trajada a rigor.
Comemorar 45 anos de Actividade.
Para este espectáculo recorreu-se a alguns dos elementos que um dia já fizeram parte da vida do Boavista, e dos actuais.
Também eu um dia já fiz parte desta família. E foi tão bom voltar a dançar ao fim de 23 anos. Como se costuma dizer é como andar de bicicleta, nunca se esquece. Assim que os primeiros acordes começaram foi como religar a máquina e ela arrancasse do ponto em que ficou.
Já há dois meses que temos ensaios semanais, duas horas de intensa actividade.
No ínicio parecia que tinha levado uma sova, mas depois o corpo foi-se habituando de novo ao movimento. O que custa ainda um pouco é os braços nos ar. Já não tenho mais 11-15 anos, eheheh.
Dançar sempre com um sorriso, o que me ensinaram e o que tenho posto em prática em toda a minha vida.
Convido-vos a aparecer.
Ficarão surpreendidos com o grandioso espectáculo que está a ser preparado e claro terem a oportunidade de me ver dançar, trajada a rigor.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Aniversário
A noite esteve seca e fria.
O Outono continua belo, com a sua folhas caídas e a paleta de cores amarelo-laranjas- avermelhados a colorir os campos verdejantes.
Só podia ter nascido num dia assim.
E faz hoje 38 anos.
O Outono continua belo, com a sua folhas caídas e a paleta de cores amarelo-laranjas- avermelhados a colorir os campos verdejantes.
Só podia ter nascido num dia assim.
E faz hoje 38 anos.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Distância
Distante do ponto de partida, afastada do ponto de chegada.
Percorro o caminho trilhado por outros, caminho esse que não escolhi como meu.
Quantas vezes me quis perder e nunca mais me encontrar.
Tudo na minha vida é certo, o quase ideal. E do que serve?
Do que serve seguirmos com a máscara que todos esperam que tenhamos.
Por um só dia, gostaria extravasar toda a minha essência, todo o meu ser e alma, e ser uma única vez tudo o que sonhei.
Percorro o caminho trilhado por outros, caminho esse que não escolhi como meu.
Quantas vezes me quis perder e nunca mais me encontrar.
Tudo na minha vida é certo, o quase ideal. E do que serve?
Do que serve seguirmos com a máscara que todos esperam que tenhamos.
Por um só dia, gostaria extravasar toda a minha essência, todo o meu ser e alma, e ser uma única vez tudo o que sonhei.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Aniversário em atraso
E não é que aqui o meu jardim fez 3 anos no domingo e eu nem me lembrei????
Sem desculpa!
Sem desculpa!
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Sonhos
Quero correr!
Quero correr, saltar e quem sabe até voar. Voar por esta paleta que os tons outonais nos oferecem.
Dançar envolta nas folhas que se desprendem, bailando uma e outra vez até ao último "suspiro".
Rebolar pela erva que começa a brotar forte pela terra seca do árido verão.
Correr e correr pelos campos, abrir os braços e sentir os galhos bater fortemente marcando a sua presença nesta terra que é nossa.
Para ficar perfeito, falta o nevoeiro com a sua mágica neblina que me envolvia como se de um manto se tratasse, aconchegando-me...
Quero correr, saltar e quem sabe até voar. Voar por esta paleta que os tons outonais nos oferecem.
Dançar envolta nas folhas que se desprendem, bailando uma e outra vez até ao último "suspiro".
Rebolar pela erva que começa a brotar forte pela terra seca do árido verão.
Correr e correr pelos campos, abrir os braços e sentir os galhos bater fortemente marcando a sua presença nesta terra que é nossa.
Para ficar perfeito, falta o nevoeiro com a sua mágica neblina que me envolvia como se de um manto se tratasse, aconchegando-me...
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Dança outonal
Pequenas gotas que escorrem
do orvalho matinal
Apresentam a madrugada fresca
Banhando o manto Outonal
Dançam folhas pelo ar
Despedindo-se de quem as acolheu
A seus pés se depositam
Toda a vida esmoroceu
Aos poucos fica despida
Visualisando-se uma presença esquelética
Fortalecido o seu interior
Enaltece uma beleza poética
do orvalho matinal
Apresentam a madrugada fresca
Banhando o manto Outonal
Dançam folhas pelo ar
Despedindo-se de quem as acolheu
A seus pés se depositam
Toda a vida esmoroceu
Aos poucos fica despida
Visualisando-se uma presença esquelética
Fortalecido o seu interior
Enaltece uma beleza poética
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Camisola Amarela
Isto há coisas incríveis.
Descobrir ao fim de 17 anos de serviço que eu e aminha colega somos a "camisola amarela" dos erros num programa que utilizamos para trabalhar todos os dias dá graça, muita graça.
Somos quem mais erros produz naquele programa e isto tudo por causa de um código que temos que inserir em cada dador que atendemos.
Por isso os "Excelente" na avaliação do SIADAP passava-me sempre ao lado, eheh.
É um erro mas justificado. E ao fim de 7 anos que se está a inserir esse código é que um iluminado descobre isso?? Quanto dinheiro não se terá perdido nestes anos?? Mas claro, todos os "chefes" que por lá passaram não deram por nada a não ser este que veio logo perguntar o que se passava e nos chamou as "camisola amarela" mas na brincadeira.
Tantos doutores, tantas cunhas e a incompetência é sempre a mesma.
Se a culpa fosse mesmo da Carlota, já estaria com um processo em cima e quem sabe ter que devolver todo o tostãozinho perdido nestes anos.
Descobrir ao fim de 17 anos de serviço que eu e aminha colega somos a "camisola amarela" dos erros num programa que utilizamos para trabalhar todos os dias dá graça, muita graça.
Somos quem mais erros produz naquele programa e isto tudo por causa de um código que temos que inserir em cada dador que atendemos.
Por isso os "Excelente" na avaliação do SIADAP passava-me sempre ao lado, eheh.
É um erro mas justificado. E ao fim de 7 anos que se está a inserir esse código é que um iluminado descobre isso?? Quanto dinheiro não se terá perdido nestes anos?? Mas claro, todos os "chefes" que por lá passaram não deram por nada a não ser este que veio logo perguntar o que se passava e nos chamou as "camisola amarela" mas na brincadeira.
Tantos doutores, tantas cunhas e a incompetência é sempre a mesma.
Se a culpa fosse mesmo da Carlota, já estaria com um processo em cima e quem sabe ter que devolver todo o tostãozinho perdido nestes anos.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Vazio
Aos poucos o Outono faz-se sentir.
O meu olhar contempla tão bela paisagem outonal, tentando alegrar a alma triste.
Um vazio sufocante que se encaixou no meu peito, fazendo o meu olhar marejar pouco a pouco.
O meu olhar contempla tão bela paisagem outonal, tentando alegrar a alma triste.
Um vazio sufocante que se encaixou no meu peito, fazendo o meu olhar marejar pouco a pouco.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Conversas de avó e neta
Adoro a minha avó!
Gosto daquela maneira matriarca que ela tem em tratar a família. Eu quero, posso e mando, como se toda a gente tivesse 10 anos. Mas como ela não faz por mal e tudo lhe acha graça, ninguém lhe diz nada e fazemos (mais ou menos) tudo o que ela quer, eheheh
Ontem, antes do ensaio da dança (isto fica para outro post), fui à sua casa, sim aquela casinha da minha infância que já muita vez aqui falei.
Andava atrapalhada com um número de telefone, e quando peguei na agenda telefónica li:
- Pars;
- Eulali;
- Ato;
- Cala;
- Magigida;
- Baul;
- Culete Bolgado.
Quem adivinhar todos os nomes eu dou um beijinho, eheheheheheh
Esqueci de dizer que a minha avó fez a 4ª classe já adulta e avó de netos. Assistia às suas aulas e ajudava-a nos trabalhos de casa, eheheh
Gosto daquela maneira matriarca que ela tem em tratar a família. Eu quero, posso e mando, como se toda a gente tivesse 10 anos. Mas como ela não faz por mal e tudo lhe acha graça, ninguém lhe diz nada e fazemos (mais ou menos) tudo o que ela quer, eheheh
Ontem, antes do ensaio da dança (isto fica para outro post), fui à sua casa, sim aquela casinha da minha infância que já muita vez aqui falei.
Andava atrapalhada com um número de telefone, e quando peguei na agenda telefónica li:
- Pars;
- Eulali;
- Ato;
- Cala;
- Magigida;
- Baul;
- Culete Bolgado.
Quem adivinhar todos os nomes eu dou um beijinho, eheheheheheh
Esqueci de dizer que a minha avó fez a 4ª classe já adulta e avó de netos. Assistia às suas aulas e ajudava-a nos trabalhos de casa, eheheh
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Presenças
Há momentos na nossa vida em que nos sentimos perdidos, um pouco emaranhados num novelo que cresceu e que pouco a pouco vai diminuíndo, novelo esse a que chamamos vida.
Há pessoas que chegam e partem de uma forma tão inesperada que permanecem como uma leve lembrança de algum momento que tenhamos passado juntos. Outras há que se entranham em nós como um suporte para a nossa sobrevivência.
Há pessoas que chegam e partem de uma forma tão inesperada que permanecem como uma leve lembrança de algum momento que tenhamos passado juntos. Outras há que se entranham em nós como um suporte para a nossa sobrevivência.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
"... gostava de ir para um lugar escuro, silencioso, em que só pudesse
ouvir o vento surrurrar suave no meu ouvido, fechar os olhos e ficar
assim, sentada com as pernas encostadas no meu peito e deixar a cabeça
repousar.
Ficar assim, e deixar de uma vez por todas as lágrimas correrem
livremente, sem vergonha, sem culpa..."
ouvir o vento surrurrar suave no meu ouvido, fechar os olhos e ficar
assim, sentada com as pernas encostadas no meu peito e deixar a cabeça
repousar.
Ficar assim, e deixar de uma vez por todas as lágrimas correrem
livremente, sem vergonha, sem culpa..."
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Striptease em parque de estacionamento
Melhor que o striptease no trailler do "Magic Mike", só mesmo um suave strip (camisola) no parque de estacionamento do Hospital para onde a minha frondosa janela dá.
Em vez de uns musculados abdominais, uma barriga gorduchita com direito a vislumbre de boxer azul claro. Não se pode ter tudo, eheh
Em vez de uns musculados abdominais, uma barriga gorduchita com direito a vislumbre de boxer azul claro. Não se pode ter tudo, eheh
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Amanhece
Imagem "surrupiada" numa página do facebook, com autorização
Tendo as estrelas como tecto sinto a liberdade como minha, só minha.
Após Morpheu ter embalado o meu corpo num sono profundo, os primeiros raios da madrugada aquecem pouco o pouco meu corpo gélido.
O Outono aos poucos tem mostrado a sua presença, as noites mais frescas, a folhagem que vagueia à deriva, tentando encontrar um monte que as acolha e proteja.
Amanhece o dia com um brilho intenso, iluminando todos os cantos e recantos escondidos pela densa folhagem que ainda persiste em algumas árvores.
Amanhece o dia com um brilho intenso, iluminando todas as cores outonais que as árvores vão pintando, deixando o verde envergonhado.
Amanhece o dia com um brilho intenso, quando vejo o teu sorriso.
Amanhece o dia com um brilho intenso, quando o nosso olhar se encontra uma última vez.
Amanhece o dia com um brilho intenso.
Amanhece...
Após Morpheu ter embalado o meu corpo num sono profundo, os primeiros raios da madrugada aquecem pouco o pouco meu corpo gélido.
O Outono aos poucos tem mostrado a sua presença, as noites mais frescas, a folhagem que vagueia à deriva, tentando encontrar um monte que as acolha e proteja.
Amanhece o dia com um brilho intenso, iluminando todos os cantos e recantos escondidos pela densa folhagem que ainda persiste em algumas árvores.
Amanhece o dia com um brilho intenso, iluminando todas as cores outonais que as árvores vão pintando, deixando o verde envergonhado.
Amanhece o dia com um brilho intenso, quando vejo o teu sorriso.
Amanhece o dia com um brilho intenso, quando o nosso olhar se encontra uma última vez.
Amanhece o dia com um brilho intenso.
Amanhece...
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Outono
Imagem retirada da net
A aragem fresca da noite faz chegar até mim, toda a magia outonal.
Mais uns dias e a lua fica cheia.
As folhas que caíam pouco a pouco, há semanas que anunciavam a tua chegada.
Andei um pouco distante, eu sei! Mas no fundo andei a recordar-te, a sorrir ao pensar na tua vinda. Sim, gostava de te ter proporcionado uma festa como mereces, mas quem me surpreendeu foste tu.
Como magia, o dia da tua chegada ficou cinza, que por vezes oscilou entre o claro e o negro, e pequenas gotas foram caindo num início calmo, quase a sussurrar ao meu ouvido, noutros momentos bem forte para me despertar dos braços de Morpheu.
A janela aberta deixou entrar o fresco da madrugada que refrescou o meu corpo.
Os pés desnudos passearam pelo chão frio, levando-me até à janela aberta.
O cheiro da terra molhada inebriou a minha alma que se deixou encantar uma vez mais pela paisagem em que o nevoeiro deslizava suave pelo monte, cercando a cidade.
Assim fiquei a contemplar a tua chegada à minha vida, enchendo a minha alma de pequenas gotas que ao longo do tempo se irão transformar em oceanos de inspiração, de alegria.
A cor que anuncia a tua chegada está a mudar um pouco todos os dias. O verde vai ficando gasto, deixando o amarelo, laranja, vermelho rubro ofuscar o meu olhar.
Agora sim, posso ser eu de novo!
Agora sim, posso viver!
Sou, OUTONO!!!
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Cheguei!!
E, de volta ao trabalho!
Quer dizer já vim na terça-feira, mas como o trabalho tem sido tanto, só agora consegui dizer "cheguei!!"
Por agora era só isto que queria dizer.
Quer dizer já vim na terça-feira, mas como o trabalho tem sido tanto, só agora consegui dizer "cheguei!!"
Por agora era só isto que queria dizer.
domingo, 2 de setembro de 2012
Finalmente: AS FÉRIAS!!!!
Oficialmente e FINALMENTE, hoje há meia noite começam as minhas férias!!!
O covil vampiresco só contará com a minha presença lá para o dia 18 de Setembro. Mas no próximo sábado (dia 8) temos mais uma festa da Associação Benévola de Dadores de Sangue de Portalegre e eu sem ideias para as decorações. Alguma coisa se arranjará!
Hei-de vir algumas vezes espreitar-vos!!!
Beijinhos para todos
O covil vampiresco só contará com a minha presença lá para o dia 18 de Setembro. Mas no próximo sábado (dia 8) temos mais uma festa da Associação Benévola de Dadores de Sangue de Portalegre e eu sem ideias para as decorações. Alguma coisa se arranjará!
Hei-de vir algumas vezes espreitar-vos!!!
Beijinhos para todos
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Noite de Luar
A noite encontra-se amena.
O luar nesta noite de Agosto encontra-se belo.
Encosto os cotovelos na mesa e com as mãos a segurar a minha cabeça, contemplo o mágico luar e assim me deixo ficar. Possivelmente até devo ter fechado os olhos um pouco.
Um mocho pia ao longe e quando os meus olhos se abrem, encontro-me rodeada de árvores bem altas, através das quais o luar se faz anunciar.
Percorro calmamente pela densa folhagem que se encontra no chão, da qual ouço o estalar de algumas folhas já secas.
Chego a uma clareira e deixo o luar denunciar a minha presença.
Olho em volta em busca de alguma presença, de alguma coisa que me indicasse onde estava, mas nada.
Sinto-me cansada. Refugio-me novamente no escuro e sento-me um pouco, contemplando a paisagem à minha frente. Uma densa área florestal circula um pequeno lago que se encontra esbatido por um mágico prateado, que a lua cheia deixa repousar no cimo da água.
E assim me encontro a contemplar esta mágica paisagem, quando Te vejo chegar. Olhas em volta e a tua roupa vai ficando caída pelo chão até chegares ao pequeno lago e nele entrares, desenhando pequenos círculos que ondeam à tua passagem.
Encolho as pernas até junto ao meu peito e fico a contemplar a tua passagem no pequeno lago. Não sei quanto tempo passou, possivelmente adormeci. Olhei em volta e já não estavas. Encontrava-me de novo encostada à mesa, no meu terraço, a observar a lua.
A meu lado repousava uma pequena flor.
O luar nesta noite de Agosto encontra-se belo.
Encosto os cotovelos na mesa e com as mãos a segurar a minha cabeça, contemplo o mágico luar e assim me deixo ficar. Possivelmente até devo ter fechado os olhos um pouco.
Um mocho pia ao longe e quando os meus olhos se abrem, encontro-me rodeada de árvores bem altas, através das quais o luar se faz anunciar.
Percorro calmamente pela densa folhagem que se encontra no chão, da qual ouço o estalar de algumas folhas já secas.
Chego a uma clareira e deixo o luar denunciar a minha presença.
Olho em volta em busca de alguma presença, de alguma coisa que me indicasse onde estava, mas nada.
Sinto-me cansada. Refugio-me novamente no escuro e sento-me um pouco, contemplando a paisagem à minha frente. Uma densa área florestal circula um pequeno lago que se encontra esbatido por um mágico prateado, que a lua cheia deixa repousar no cimo da água.
E assim me encontro a contemplar esta mágica paisagem, quando Te vejo chegar. Olhas em volta e a tua roupa vai ficando caída pelo chão até chegares ao pequeno lago e nele entrares, desenhando pequenos círculos que ondeam à tua passagem.
Encolho as pernas até junto ao meu peito e fico a contemplar a tua passagem no pequeno lago. Não sei quanto tempo passou, possivelmente adormeci. Olhei em volta e já não estavas. Encontrava-me de novo encostada à mesa, no meu terraço, a observar a lua.
A meu lado repousava uma pequena flor.
O que é nacional é bem BOM
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Orquídea versus cão
O vento soprou toda a noite.
As árvores iam dançando consoante o vento ordenava.
Mais um dia de trabalho.
Em altura de férias acabam-se as mordomias do pópó até ao serviço e toca a levantar cedo para percorrer uns infindáveis 100metros até à paragem do autocarro.
Tudo corria bem, se pelo meio do caminho não encontrasse um minúsculo rafeiro que teima em me perseguir mais de metade do caminho e ainda por cima a ladrar.
"-Querido não preciso que anuncies a minha passagem, pois a minha beleza fantástica já o faz."
Como sabem tenho um medo pavoroso de cães. Agora imaginem a minha passagem naquela rua a tentar enxotar o cão o caminho todo e a rezar bem baixinho para ele não me morder.
"-Oh lambisgóia pára de me enxotar! Achas que quero morder o ossito já a caminhar para velho?? Gosto de carnucha nova." - responde o dito cão, em linguagem canina.
Eheheh
As árvores iam dançando consoante o vento ordenava.
Mais um dia de trabalho.
Em altura de férias acabam-se as mordomias do pópó até ao serviço e toca a levantar cedo para percorrer uns infindáveis 100metros até à paragem do autocarro.
Tudo corria bem, se pelo meio do caminho não encontrasse um minúsculo rafeiro que teima em me perseguir mais de metade do caminho e ainda por cima a ladrar.
"-Querido não preciso que anuncies a minha passagem, pois a minha beleza fantástica já o faz."
Como sabem tenho um medo pavoroso de cães. Agora imaginem a minha passagem naquela rua a tentar enxotar o cão o caminho todo e a rezar bem baixinho para ele não me morder.
"-Oh lambisgóia pára de me enxotar! Achas que quero morder o ossito já a caminhar para velho?? Gosto de carnucha nova." - responde o dito cão, em linguagem canina.
Eheheh
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Vazio
Quantas vezes se confundem as lágrimas que correm, com a chuva nos dias de Inverno?
Quantas vezes se confude o olhar triste, com uma dor mascarada?
Um vazio!
Um vazio imenso que trespassa todo o meu ser, toda a minha alma.
Quantas vezes se confude o olhar triste, com uma dor mascarada?
Um vazio!
Um vazio imenso que trespassa todo o meu ser, toda a minha alma.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Da minha janela
Da janela que se encontra à minha frente vejo:
- no alto, uma réstia do céu por vezes azul límpido, outras mais mascarados em tons cinza;
- às vezes os pássaros também por lá passam, ora num voo solitário, ora em brincadeiras disparatadas de lutas entre si, pelo melhor galho, pela melhor fémea;
- o prédio em frente com a sua vida mundana, a sr.ª do 6º andar que sacode a roupa com uma fúria intensa como se não houvesse amanhã, nem mais roupa para sacudir; a vizinha do lado com o seu jardim de varanda lindíssimo que tenho visto crescer um pouco todos os dias; as vizinhas jovens do 3º andar com as janelas fechadas já a alguns dias; e o resto de janelas fechadas pelos vários andares, que um dia devem ter estado abertas de par em par, para deixar entrar o fresco das manhãs de fim de Agosto e deixar sair a alegria de uma casa com vida;
- as árvores no estacionamento, nas quais o meu olhar descansa várias vezes ao longo do dia, ver o vento dançar com os seus ramos, as suas folhas rodopiando até chegar ao chão;
- os carros dos que partem e os carro dos que chegam para mais um turno de trabalho;
- o sol, hoje escondido atrás de um céu cinza prateado, que ameaça desabar a qualquer momento, deixa os seus raios entrar um pouco envergonhados até mim;
Mas se fechar os meus olhos, nessa altura através da janela que está à minha frente sou capaz de ver tantas coisas, umas mais alegres que outras, mas aí sou eu quem comanda o que quero ver e quando o quero ver..
Neste momento gostaria de ver, um sorriso.
- no alto, uma réstia do céu por vezes azul límpido, outras mais mascarados em tons cinza;
- às vezes os pássaros também por lá passam, ora num voo solitário, ora em brincadeiras disparatadas de lutas entre si, pelo melhor galho, pela melhor fémea;
- o prédio em frente com a sua vida mundana, a sr.ª do 6º andar que sacode a roupa com uma fúria intensa como se não houvesse amanhã, nem mais roupa para sacudir; a vizinha do lado com o seu jardim de varanda lindíssimo que tenho visto crescer um pouco todos os dias; as vizinhas jovens do 3º andar com as janelas fechadas já a alguns dias; e o resto de janelas fechadas pelos vários andares, que um dia devem ter estado abertas de par em par, para deixar entrar o fresco das manhãs de fim de Agosto e deixar sair a alegria de uma casa com vida;
- as árvores no estacionamento, nas quais o meu olhar descansa várias vezes ao longo do dia, ver o vento dançar com os seus ramos, as suas folhas rodopiando até chegar ao chão;
- os carros dos que partem e os carro dos que chegam para mais um turno de trabalho;
- o sol, hoje escondido atrás de um céu cinza prateado, que ameaça desabar a qualquer momento, deixa os seus raios entrar um pouco envergonhados até mim;
Mas se fechar os meus olhos, nessa altura através da janela que está à minha frente sou capaz de ver tantas coisas, umas mais alegres que outras, mas aí sou eu quem comanda o que quero ver e quando o quero ver..
Neste momento gostaria de ver, um sorriso.
domingo, 26 de agosto de 2012
Um banho de mangueira
Altura de férias escolares, época complicada em casa.
O filho mais novo, passa o mês de Agosto, feito saltibanco de um lado para o outro, com mochila às costas.
Quinta e sexta-feira passada foi passar o dia com a minha mãe e aproveitaram o bom tempo e foram a casa da minha avó.
"-Mãe estou a tomar banho no tanque da avó!"
"-Que bom! Sabias que a mãe também aí tomou banho?"
Quando a chamada se desligou foi como se recuasse 30 anos na minha vida.
O pessegueiro com as pernadas suspensas por traves de madeira, tal era o peso da folhagem e a quantidade de pêssegos (acho que nunca houve um ano tão bom como aquele), a videira que trepou pela latada e fez uma sombra grande com pequenos cachos já suspensos, a macieira como teve "bicho" ficou mais apagada.
De manhã enchia-se o pequeno tanque de água limpa para ir aquecendo, aproveitava-se para regar os vasos com as mais variadas plantas, o canteiro da salsa, da hortelã, da pequena couve (que faz um feijão com couve delicioso) e por vezes até me regava a mim.
Tomar banho de mangueira é tão bom!
Depois ia para onde houvesse sol e era esperar que secasse.
Mas o mais agradável era tomar banho no tanque. Imaginava que estava numa piscina enorme só para mim. Ficava lá até a pele começar a ficar engelhada.
Quando chegava a hora de ir secar ao sol, passava pelo pessegueiro e tirava um pêssego que de tão madurinho que estava escorria pelo pescoço.
Quando cheguei à minha avó para ir buscar o pequeno Diogo, chorei de alegria ao ver o meu filho tão feliz a tomar banho no tanque, tal como eu quando era mais nova. Deu vontade de ser criança de novo e saltar para dentro do tanque.
Para estar tudo completo, só faltava ali o avô Porfírio a ler o seu jornal e a sorrir das minhas diabruras.
O filho mais novo, passa o mês de Agosto, feito saltibanco de um lado para o outro, com mochila às costas.
Quinta e sexta-feira passada foi passar o dia com a minha mãe e aproveitaram o bom tempo e foram a casa da minha avó.
"-Mãe estou a tomar banho no tanque da avó!"
"-Que bom! Sabias que a mãe também aí tomou banho?"
Quando a chamada se desligou foi como se recuasse 30 anos na minha vida.
O pessegueiro com as pernadas suspensas por traves de madeira, tal era o peso da folhagem e a quantidade de pêssegos (acho que nunca houve um ano tão bom como aquele), a videira que trepou pela latada e fez uma sombra grande com pequenos cachos já suspensos, a macieira como teve "bicho" ficou mais apagada.
De manhã enchia-se o pequeno tanque de água limpa para ir aquecendo, aproveitava-se para regar os vasos com as mais variadas plantas, o canteiro da salsa, da hortelã, da pequena couve (que faz um feijão com couve delicioso) e por vezes até me regava a mim.
Tomar banho de mangueira é tão bom!
Depois ia para onde houvesse sol e era esperar que secasse.
Mas o mais agradável era tomar banho no tanque. Imaginava que estava numa piscina enorme só para mim. Ficava lá até a pele começar a ficar engelhada.
Quando chegava a hora de ir secar ao sol, passava pelo pessegueiro e tirava um pêssego que de tão madurinho que estava escorria pelo pescoço.
Quando cheguei à minha avó para ir buscar o pequeno Diogo, chorei de alegria ao ver o meu filho tão feliz a tomar banho no tanque, tal como eu quando era mais nova. Deu vontade de ser criança de novo e saltar para dentro do tanque.
Para estar tudo completo, só faltava ali o avô Porfírio a ler o seu jornal e a sorrir das minhas diabruras.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
"Onde o olhar começa..." - a exposição
Horário: de Segunda-feira a Domingo
9:30H às 13:00H
14;30H às 18:00H
Local: Galeria de São Sebastião - Portalegre
"Obrigada Mané!"
Junto à tela que mais gostei, com a D. Lita Falcão, a extraordinária pintora.
"Vai chegando o sol"-óleo sobre tela-55cm x38cm
Não sei porquê, mas esta tela recorda-me o Jardim da Corredoura (Portalegre) da minha infância.
Tendo nascido em Badajoz, Lita Falcão tem ligações a Portalegre desde a sua infância por laços familiares. O seu pai era natural de Portalegre.

As flores, as paisagens do Alentejo, a natureza circundante.
Um jogo de cores, sombras, luz que se conjugam de uma forma poética.

"Vai chegando o sol"-óleo sobre tela-55cm x38cm
Um jogo de cores, sombras, luz que se conjugam de uma forma poética.
A paisagem do mar invernoso (minha interpretação) envolvente.
Gostei do convite e aproveitei da melhor maneira possível a exposição.
Conheci a D. Mamé e a D. Branca, irmãs da minha querida MJFalcão, o meu Belo Falcão Lunar.
"MJ lembrei-me de ti durante a exposição!"
"MJ lembrei-me de ti durante a exposição!"
Agradeço a forma como fui recebida por todos.
Para mais tarde ficará a minha interpretação sobre a tela que mais gostei e com consentimento da pintora.
"Obrigada D. Lita por nos envolver com o seu olhar!"
"Obrigada D. Lita por nos envolver com o seu olhar!"
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Um convite
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Uma semana de férias
O melhor desta semana de férias?
Descansar até mais não!
Dormi, acordei tarde, deitei-me ainda mais tarde, nadei, li, vi séries e filmes em atraso.
O Diogo aprendeu a boiar (com as braçadeiras), nadar debaixo de água, e ainda quer o cabelo, ou a falta dele, como o Pedro Abrunhosa, eheh.
A Salomé continua a princesa de sempre.
E eu tomei conta, que já não estou tão nova como quero parecer. Já me custou uma eternidade fazer os 200m crawl num piscar de olhos sem ficar cansada. Na 2ª feira, quando acabei, só faltou ter uma botija de oxigénio ao lado para me reanimar, eheheh. Tenho que voltar à natação.
Descansar até mais não!
Dormi, acordei tarde, deitei-me ainda mais tarde, nadei, li, vi séries e filmes em atraso.
O Diogo aprendeu a boiar (com as braçadeiras), nadar debaixo de água, e ainda quer o cabelo, ou a falta dele, como o Pedro Abrunhosa, eheh.
A Salomé continua a princesa de sempre.
E eu tomei conta, que já não estou tão nova como quero parecer. Já me custou uma eternidade fazer os 200m crawl num piscar de olhos sem ficar cansada. Na 2ª feira, quando acabei, só faltou ter uma botija de oxigénio ao lado para me reanimar, eheheh. Tenho que voltar à natação.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Material Escolar
Chegando o mês de Agosto, começamos a ser inundados pelas revistas dos hipermercados com material escolar.
Confesso que ainda hoje a vejo de fio a pavio.
Na minha infância pouco mais era do que um lápis de carvão, uma esferográfica azul, preta, verde e vermelha, uma borracha e uma régua, um caderno pautado e um quadriculado.
Quando ia com os meus avós comprar os livros à papelaria, trazíamos também o material escolar. Ficava uma tarde, os dias seguintes a olhar embevecida para tudo. Os livros quando chegavam à escola já iam em segunda mão, por os ter visto tantas vezes.
Como amanhã começa a semana de férias, é altura de ver com a Ana o material que tem do ano lectivo passado e que ainda se pode aproveitar e começar a ver o que é necessário comprar.
A diversidade é tão grande que nos perdemos facilmente nos corredores apelativos. Como sempre gosto de comprar um caderno novo para a minha escrita. Mas fiel como sou aos hábitos antigos e ancestarias, um caderno A5, agrafado de capas pretas é o meu preferido, eheheh.
Sabiam que há um compasso 3 peças precisão plus???? Isto mais parece um qualquer componente de algum carro artilhado, ou uma lâmina de barbear.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Um livro nas férias
Quero Férias!!!
É só mais um dia e depois uma semana em casa a descansar.
Não vou programar nada, pois acabo por não fazer nada do que pensei. Por isso será a semana do deixa andar.
Mas ainda falta o dia de hoje, que está a demorar a passar e o de amanhã.
Não vou programar nada, pois acabo por não fazer nada do que pensei. Por isso será a semana do deixa andar.
Mas ainda falta o dia de hoje, que está a demorar a passar e o de amanhã.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Pequenos momentos
Quando a madrugada nos encontra, ainda sinto o teu cheiro no meu corpo inebriando a minha alma.
Levemente acaricio a tua pele, arrepiando cada pedaço tocado.
Encosto os meus lábios quentes de paixão, na tua gélida pele, envolvendo-te com os meus braços e assim fico sentindo-te junto a mim.
Os olhos vão se fechando e deixo-me ficar, sonhando, sorrindo...
Levemente acaricio a tua pele, arrepiando cada pedaço tocado.
Encosto os meus lábios quentes de paixão, na tua gélida pele, envolvendo-te com os meus braços e assim fico sentindo-te junto a mim.
Os olhos vão se fechando e deixo-me ficar, sonhando, sorrindo...
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Será assim tão mau um pouco de felicidade???
Será assim tão complicado, para certas pessoas, verem que estamos contentes com algo que nos dá realmente prazer, fazer???
E o prazer que têm em nos empurrar para baixo???
E o prazer que têm em nos empurrar para baixo???
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Eu e a Pastelaria Estúdios
Esta será a capa da próxima colectânea da Editora PastelariaEstúdios, subordinada ao tema "Histórias Horríveis ou Impossíveis", que conta com uma pequena participação minha. Aguardemos pelo Outono, pois mais não posso adiantar.
E este é a capa do livro que já saiu, e no qual também tenho uma pequena participação. Lá encontramos "O Anjo" um conto que gostei muito de escrever.terça-feira, 31 de julho de 2012
Peço desculpa
Devo um pedido de desculpas aos meus seguidores.
Os dois últimos meses não foram de muita inspiração e o blog foi um pouco prejudicado.
O calor, o tempo quente e seco não funciona tão bem comigo. Gosto de chuva, frio, nevoeiro.
Inscrevi-me em novo concurso literário e as 5 páginas para escrever uma história horrível ou impossível deram "água pelas barbas". A sorte é que não tenho barba e sei nadar, eheh.
Boa disposição acima de tudo.
As visitas e comentários aos vossos blogues estão em dívida, mas aos poucos vamos recuperar o tempo perdido.
Os dois últimos meses não foram de muita inspiração e o blog foi um pouco prejudicado.
O calor, o tempo quente e seco não funciona tão bem comigo. Gosto de chuva, frio, nevoeiro.
Inscrevi-me em novo concurso literário e as 5 páginas para escrever uma história horrível ou impossível deram "água pelas barbas". A sorte é que não tenho barba e sei nadar, eheh.
Boa disposição acima de tudo.
As visitas e comentários aos vossos blogues estão em dívida, mas aos poucos vamos recuperar o tempo perdido.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
É aqui uma ajudinha, se faz favor!!!
Será do tempo, do computador ou da minha "nabice"??
Há mais de duas semanas que não consigo colocar fotos ou imagens retiradas da net aqui e no facebook.
Alguém me pode ajudar???
Há mais de duas semanas que não consigo colocar fotos ou imagens retiradas da net aqui e no facebook.
Alguém me pode ajudar???
domingo, 29 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Ter avós seria bem melhor, se todos aqui estivessem...
À sua maneira, os meus avós foram importantes na minha vida, no meu crescimento, mesmo aqueles que perdi ainda novinha.
Hoje em dia só tenho a minha avó materna, a matriarca da família.
Ter avós é como ter tesouros escondidos numa noite de luar.
Hoje comemora-se o seu dia, mas todos os dias deviam ser dias de avós.
Termos tempo para eles, para os visitar, ou simplesmente para os ouvir, pois eles têm tanto para nos contar, mesmo quando já repetem a mesma conversa vezes seguidas.
Gostaria que o meu avô António tivesse visto a mulher que me tornei. Sim aquela menina pequenina que levava à pré-escola todos os dias antes de ir trabalhar.
Gostaria que a avó Teresa tivesse partilhado os seus conhecimentos femininos comigo. Quem sabe hoje sabia pintar as unhas e pintar-me sem parecer uma pintura rupestre.
Gostaria que o avô Porfírio tivesse visto que a menina das mãos habilidosas escreve coisas bonitas (acho eu), que tirou um curso superior com 36 anos, e que tem um menino traquinas como ela era.
Gostaria de ver a avó Nazaré todos os dias. Gosto de dar beijinhos na sua cara enrrugada, ver os seus dedos gordinhos passar na minha face, sorrirmos quando ela se engana a dizer as coisas.
Hoje, dia dos Avós um beijinho para todos os Avós.
Beijinhos para a minha mãe que para além de já ser avó, hoje faz anos.
Hoje em dia só tenho a minha avó materna, a matriarca da família.
Ter avós é como ter tesouros escondidos numa noite de luar.
Hoje comemora-se o seu dia, mas todos os dias deviam ser dias de avós.
Termos tempo para eles, para os visitar, ou simplesmente para os ouvir, pois eles têm tanto para nos contar, mesmo quando já repetem a mesma conversa vezes seguidas.
Gostaria que o meu avô António tivesse visto a mulher que me tornei. Sim aquela menina pequenina que levava à pré-escola todos os dias antes de ir trabalhar.
Gostaria que a avó Teresa tivesse partilhado os seus conhecimentos femininos comigo. Quem sabe hoje sabia pintar as unhas e pintar-me sem parecer uma pintura rupestre.
Gostaria que o avô Porfírio tivesse visto que a menina das mãos habilidosas escreve coisas bonitas (acho eu), que tirou um curso superior com 36 anos, e que tem um menino traquinas como ela era.
Gostaria de ver a avó Nazaré todos os dias. Gosto de dar beijinhos na sua cara enrrugada, ver os seus dedos gordinhos passar na minha face, sorrirmos quando ela se engana a dizer as coisas.
Hoje, dia dos Avós um beijinho para todos os Avós.
Beijinhos para a minha mãe que para além de já ser avó, hoje faz anos.
terça-feira, 24 de julho de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
"Sombras" em poema
Ergues possante o teu ser
Inebriando minha alma
Fortaleces, enfraquecendo-me
Tanto cuidado, tanta calma
Da escuridão, uma companhia
Transformando o meu ser
Pele rasgada ao emergir
pela ânsia de beber, por viver
Água! É tudo o que desejo
Apertada, lentamente sufocada
Marcado o meu corpo ressequido
Na terra renasci, abandonada
Troveja ao longe no firmamento
Mil raios faíscam pelo céu
Hum! Que cheiro a terra molhada
Cheiro forte, só meu!
Cheiro intenso que me enlouquece
Humidade envolvente, divina
Ouço a chuva ao longe
Imagino gotas cristalinas
A terra move-se intensamente
Numa luta furiosa
Castiga uma vez mais meu corpo
Debato-me no leito, formosa
Gota a gota vão caindo
perto, cada vez mais perto
Sinto-as passar a meu lado
Sinto meu corpo, liberto
Já não aguento mais.
Quero sair! Não pode tardar!
Meu corpo recebe furioso castigo
na luta, revoltosa. Tem que acabar!
A água chega enfim
Encharcando tudo ao passar
Para mim foi tarde o milagre
Desfaleci, sofri, acabou por me matar!
Inebriando minha alma
Fortaleces, enfraquecendo-me
Tanto cuidado, tanta calma
Da escuridão, uma companhia
Transformando o meu ser
Pele rasgada ao emergir
pela ânsia de beber, por viver
Água! É tudo o que desejo
Apertada, lentamente sufocada
Marcado o meu corpo ressequido
Na terra renasci, abandonada
Troveja ao longe no firmamento
Mil raios faíscam pelo céu
Hum! Que cheiro a terra molhada
Cheiro forte, só meu!
Cheiro intenso que me enlouquece
Humidade envolvente, divina
Ouço a chuva ao longe
Imagino gotas cristalinas
A terra move-se intensamente
Numa luta furiosa
Castiga uma vez mais meu corpo
Debato-me no leito, formosa
Gota a gota vão caindo
perto, cada vez mais perto
Sinto-as passar a meu lado
Sinto meu corpo, liberto
Já não aguento mais.
Quero sair! Não pode tardar!
Meu corpo recebe furioso castigo
na luta, revoltosa. Tem que acabar!
A água chega enfim
Encharcando tudo ao passar
Para mim foi tarde o milagre
Desfaleci, sofri, acabou por me matar!
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Aniversário Esquecido
E, quando na azáfama do dia a dia, nos esquecemos do aniversário de um amigo??
Pior, e quando é esse mesmo amigo que nos chama a atenção para o facto??
É enfiar a cabeça na areia de vergonha e pedir desculpas todos os dias até ao próximo aniversário, eheheheh
Agora a sério.
FELIZ ANIVERSÁRIO!!!!!!!!
Pior, e quando é esse mesmo amigo que nos chama a atenção para o facto??
É enfiar a cabeça na areia de vergonha e pedir desculpas todos os dias até ao próximo aniversário, eheheheh
Agora a sério.
FELIZ ANIVERSÁRIO!!!!!!!!
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Oh Dear John!
O que fazer? Eu sou assim e nada me irá mudar.
Gosto de ver filmes dramáticos, românticos, daqueles que a meio já estamos com a lágrima no canto do olho, e no final a tormenta já é tanta que nem conseguimos ver as legendas.
O culpado desta vez, foi o "Dear John", um filme de Lasse Hallstrom, baseado no livro de Nicholas Sparks, de 2010.
A Anónima Marisa é fã do sr. Sparks e já tenho lido alguns dos seus livros "obrigada", eheheh.
Se antes gostava de ver alguns filmes do sr. Channing, com este fiquei fã incondicional. O homem fez-me chorar baba e ranho que se farta.
Mas para compensar, tenho o "Magic Mike" debaixo de olho. Aquilo é que vai ser chorar por ver tanta "dança".
Gosto de ver filmes dramáticos, românticos, daqueles que a meio já estamos com a lágrima no canto do olho, e no final a tormenta já é tanta que nem conseguimos ver as legendas.
O culpado desta vez, foi o "Dear John", um filme de Lasse Hallstrom, baseado no livro de Nicholas Sparks, de 2010.
A Anónima Marisa é fã do sr. Sparks e já tenho lido alguns dos seus livros "obrigada", eheheh.
Se antes gostava de ver alguns filmes do sr. Channing, com este fiquei fã incondicional. O homem fez-me chorar baba e ranho que se farta.
Mas para compensar, tenho o "Magic Mike" debaixo de olho. Aquilo é que vai ser chorar por ver tanta "dança".
sábado, 14 de julho de 2012
Sinto Muito - Nuno Lobo Antunes
O livro que estou a ler no momento.
Estou a adorar conhecer este médico escritor que escreve de uma forma tão apaixonante, tão intensa que nos prende a cada história contada, histórias de vida real, sofrida e na maioria das vezes por onde a morte já passou.
Os seus outros dois livros já estão na mesinha de cabeceira, pois será a leitura que se segue.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Haja Greve
Oh gente! Escutem lá!
O que quer dizer "Greve dos médicos"???
Quer dizer que os médicos estão a fazer greve, e nesta, com os cortes que têm sofrido, só mesmo os dos serviços mínimos é que devem estar a trabalhar.
É que só hoje já entraram pela porta mais de 10 dadores de sangue. E depois ficam admirados quando lhes digo que o médico não está.
Não ouvem as notícias, ou estão com vontade de chatear??!!
O que quer dizer "Greve dos médicos"???
Quer dizer que os médicos estão a fazer greve, e nesta, com os cortes que têm sofrido, só mesmo os dos serviços mínimos é que devem estar a trabalhar.
É que só hoje já entraram pela porta mais de 10 dadores de sangue. E depois ficam admirados quando lhes digo que o médico não está.
Não ouvem as notícias, ou estão com vontade de chatear??!!
Acordado
E, por momentos o tempo voa
E, por momentos o sonho vive
acordado
Num simples sorriso teu
Num simples toque teu
Um único olhar
Para me fazer sorrir
e, adormeço contigo a meu lado
Uma estrela, lá fora, a brilhar
O meu ser, amado
E, por momentos o sonho vive
acordado
Num simples sorriso teu
Num simples toque teu
Um único olhar
Para me fazer sorrir
e, adormeço contigo a meu lado
Uma estrela, lá fora, a brilhar
O meu ser, amado
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Momentos
Serão os momentos só meus e teus que eu gostaria guardar até ao fim da vida, até ao fim da minha vida.
O quanto eu queria recordar todos os momentos que nós tivemos e poder um dia, senti-los como os sinto agora.
O quanto eu queria recordar todos os momentos que nós tivemos e poder um dia, senti-los como os sinto agora.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Prenda de Natal - Post com seis meses de atraso, eheh (mais vale tarde, do que nunca)
Já estava em falta desde o Natal do ano passado.
Uma prenda da Anónima Marisa, minha cunhada, que Adorei.
Um livro em branco e uma esferográfica para dar asas à minha imaginação.
Mas, a prenda é tão linda, tão linda que tenho medo de a estragar. Lá está, no meu quarto, perto do campo de visão, mas a inspiração tem andado tão em baixo nestes últimos dias.
Falta algo que mexa comigo.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Menina sardenta
Timidamente foram aparecendo ao longo da minha infância, uma na bochecha, outra mais perto do lábio.
Pequenos sinais que faziam a minha delícia quando os contava.
"-Não contes os sinais que não é bom!" - já dizia a minha avó.
Se era bom ou não, não sei, nunca me aconteceu nada, pelo menos que eu desse conta.
A certa altura já eram tantos, tantos que os fui deixando de contar.
Quando o sol aquece, e os braços começam a andar mais à fresca, lá vão aparecendo uns sinais novinhos.
Sinais e sardas, muitas, muitas sardas.
Presentemente gosto das sardas que estão nos meus ombros, acho-as engraçadas e ficam lá muito bem, eheh.
Mas nunca me esqueço de uma coisa que avó dizia: "-Deus te marcou, um defeito te encontrou"
"-Eram preciso tantos!!!!" - penso eu.
Pequenos sinais que faziam a minha delícia quando os contava.
"-Não contes os sinais que não é bom!" - já dizia a minha avó.
Se era bom ou não, não sei, nunca me aconteceu nada, pelo menos que eu desse conta.
A certa altura já eram tantos, tantos que os fui deixando de contar.
Quando o sol aquece, e os braços começam a andar mais à fresca, lá vão aparecendo uns sinais novinhos.
Sinais e sardas, muitas, muitas sardas.
Presentemente gosto das sardas que estão nos meus ombros, acho-as engraçadas e ficam lá muito bem, eheh.
Mas nunca me esqueço de uma coisa que avó dizia: "-Deus te marcou, um defeito te encontrou"
"-Eram preciso tantos!!!!" - penso eu.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Onde anda o azul do céu??
Com o tempo quente, seco e nebulado não há quem veja o céu azulinho há mais de 4 dias.
Ontem às 16:20h o termómetro marcava 46graus.
Para parecer um deserto só falta mesmo a areia, pois os camelos já por cá andam a governar-nos.
Mas este assunto da troika é para levar a sério, mesmo! É que até o céu azul já nos tiraram.
Ontem às 16:20h o termómetro marcava 46graus.
Para parecer um deserto só falta mesmo a areia, pois os camelos já por cá andam a governar-nos.
Mas este assunto da troika é para levar a sério, mesmo! É que até o céu azul já nos tiraram.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Quero andar na ambulância tuning
Por vezes a minha pessoa é protagonista de situações um pouco embraçosas.
Sábado, a caminho de Avis para mais uma sessão vampiresca, íamos nós no transporte de doentes do Hospital, como quem diz uma ambulância.
A música ia num tom baixo. Começa a tocar uma música de Pedro Abrunhosa e peço ao motorista para elevar um pouco o som, pois não ouvia nada, e assim seguimos.
Já muito perto de Avis, e já devíamos ir assim com a música num tom mais alto há mais de 20 minutos, resolvi assoar-me. E como que por magia, os ouvidos que estavam bloqueados, "destaparam-se" e, meus meninos o som ia num tom muito alto, mas ninguém se queixava.
Resolvi logo contar o que aconteceu e pedir para baixar o som.
Foi risada geral até chegarmos ao destino.
Quem andou por aqueles lados este sábado, deve ter ouvido a ambulância tuning passar. É que só lhe faltava os "pirilampos" a piscar e o motor mais potente, eheheh.
Sábado, a caminho de Avis para mais uma sessão vampiresca, íamos nós no transporte de doentes do Hospital, como quem diz uma ambulância.
A música ia num tom baixo. Começa a tocar uma música de Pedro Abrunhosa e peço ao motorista para elevar um pouco o som, pois não ouvia nada, e assim seguimos.
Já muito perto de Avis, e já devíamos ir assim com a música num tom mais alto há mais de 20 minutos, resolvi assoar-me. E como que por magia, os ouvidos que estavam bloqueados, "destaparam-se" e, meus meninos o som ia num tom muito alto, mas ninguém se queixava.
Resolvi logo contar o que aconteceu e pedir para baixar o som.
Foi risada geral até chegarmos ao destino.
Quem andou por aqueles lados este sábado, deve ter ouvido a ambulância tuning passar. É que só lhe faltava os "pirilampos" a piscar e o motor mais potente, eheheh.
Quantos???
Para quem andava a chamar pelo Verão, ele chegou.
Hoje para aqui, esperam-se 40graus!!
Isto é que vais ser andar com a língua de fora!!!
Hoje para aqui, esperam-se 40graus!!
Isto é que vais ser andar com a língua de fora!!!
sexta-feira, 22 de junho de 2012
E o resto da equipa???
E porque é que hoje, todos os jornais têm na capa o Cristiano Ronaldo????
Por acaso o resto da equipa não jogou?
E o excelente passe que o João Moutinho fez que foi "meio-golo"???
Por acaso o resto da equipa não jogou?
E o excelente passe que o João Moutinho fez que foi "meio-golo"???
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Prenda no 1º dia de Verão.
Uma prenda que recebi hoje da minha Amiga Mané.
Já tem lugar na minha sala.
Já lhe disse que para o Natal, compro uma folha maior, e que o meu quarto é em tons de vermelho e preto, eheh.
Uma excelente pintora, sem dúvida!
Ataques de vedetismo da M&%$# da Selecção
Quando começou o campeonato europeu de futebol, prometi a mim mesma que não iria falar sobre futebol, ou mesmo até sobre a nossa selecção.
Mas, as "birras" nos nossos jogadores tiraram-me do sério.
Desde já peço desculpa por algum palavreado menos próprio.
Então homens que ganham o que eles ganham, que tem feito umas exibições nada espectaculares (sim ganharam à Dinamarca e à Holanda) comportam-se da maneira que se comportam com os portugueses que os apoiam, com os portugueses cá em Portugal e com os muitos que foram até à Ucrânia e à Polónia ou que lá estejam emigrados. Estão as pessoas à porta dos hóteis para os ver, e nenhum se digna a olhar, a dar um autógrafo, nem tão pouco acenar para as pessoas? E mesmo até a vedeta da Madeira com a m$#%& do capuz na cabeça para ninguém ver que era ele, para não o chamarem. O único que tenho visto acenar ou sorrir, nem português de gema é. Só tristes!
Nem à comunicação social falam?
E vem o Paulo Bento dizer que têm razão por se comportar assim!
Eu sei bem o que vos fazia.
O que mereceiam era não ter ninguém nos estádios a apoiá-los, nem tão pouco a recebê-los junto aos hóteis. E nem mesmo quando chegassem a Portugal.
Vedetas da M&%$# são o que vocês são!
Mas, as "birras" nos nossos jogadores tiraram-me do sério.
Desde já peço desculpa por algum palavreado menos próprio.
Então homens que ganham o que eles ganham, que tem feito umas exibições nada espectaculares (sim ganharam à Dinamarca e à Holanda) comportam-se da maneira que se comportam com os portugueses que os apoiam, com os portugueses cá em Portugal e com os muitos que foram até à Ucrânia e à Polónia ou que lá estejam emigrados. Estão as pessoas à porta dos hóteis para os ver, e nenhum se digna a olhar, a dar um autógrafo, nem tão pouco acenar para as pessoas? E mesmo até a vedeta da Madeira com a m$#%& do capuz na cabeça para ninguém ver que era ele, para não o chamarem. O único que tenho visto acenar ou sorrir, nem português de gema é. Só tristes!
Nem à comunicação social falam?
E vem o Paulo Bento dizer que têm razão por se comportar assim!
Eu sei bem o que vos fazia.
O que mereceiam era não ter ninguém nos estádios a apoiá-los, nem tão pouco a recebê-los junto aos hóteis. E nem mesmo quando chegassem a Portugal.
Vedetas da M&%$# são o que vocês são!
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Bela por ti
"Bela como livro que se desfolha,
com deleite.
Em Alexandria não havia papiro
tão perfeito.
Deixa-me olhar-te, por favor, nesse teu leito.
Sabes que sonho com ele,
teu corpo perfeito.
Por que não me aceitas,
do meu jeito?"
Mário Casa Nova Martins (A Voz Portalegrense)
No leito em que me deito,
contemplando o teu ser
Belo, sedutor, feiticeiro.
Quanto de ti "bebo", somente por te ver?
Quando teus olhos, os meus encontra
faíscam pedras de rubi escarlate
Tanta saudade, tanta dor
Será possível
nosso Amor?
Resposta a um post que li no blog "A Voz Portalegrense", e o qual aqui publico após a autorização do seu autor.
com deleite.
Em Alexandria não havia papiro
tão perfeito.
Deixa-me olhar-te, por favor, nesse teu leito.
Sabes que sonho com ele,
teu corpo perfeito.
Por que não me aceitas,
do meu jeito?"
Mário Casa Nova Martins (A Voz Portalegrense)
No leito em que me deito,
contemplando o teu ser
Belo, sedutor, feiticeiro.
Quanto de ti "bebo", somente por te ver?
Quando teus olhos, os meus encontra
faíscam pedras de rubi escarlate
Tanta saudade, tanta dor
Será possível
nosso Amor?
Resposta a um post que li no blog "A Voz Portalegrense", e o qual aqui publico após a autorização do seu autor.
As minhas leituras de Verão...
Este ano tenho já um livro destinado para essas leituras. Foi o prémio do passatempo da D. Verita.
Habitualmente não destino nenhum livro para ler, como faço leituras durante o ano inteiro, por vezes é o que aparece.
Habitualmente não destino nenhum livro para ler, como faço leituras durante o ano inteiro, por vezes é o que aparece.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Um dia no campo no Verão..
Seja Verão, Outono ou Inverno (Primavera não tanto por causa das alergias e da bronquite) esta paisagem do campo faz parte de muitos dos meus fins de semana.
É tão bom acordar de manhã,ouvir o guizo das cabras que passam perto, e nada mais.O silêncio que fica após a sua passagem, o olhar para a serra em frente e deixar-me ficar sem nada para fazer.
O almoço é grelhados feitos na rua, e também lá saboreados.
Os cães, são o grave problema, muitos e gigantes, embora o cunhado me garanta que não fazem mal, mas nunca fiando. Os gatos este ano com criação acrescida passeiam-se pela rua.
Claro por lá também andam cobras, lagartos, lagartixas, javalis e até já vi uma raposa.
O ano passado foi arranjada a piscina e era tão bom chegar às seis da tarde depois de um sábado a trabalhar e dar uns mergulhos sozinha, mas por pouco tempo, pois a rapaziada mais nova saltava tudo lá para dentro e lá se acabava o sossego, mas não fazia mal, eheh, assim é que é bom.
O jantar também na rua acontece muitas vezes já ao final da tarde, e acaba sempre já com as estrelas e lua por companhia.
Ali nem damos pelo tempo passar.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Os amores de Verão...
Não era bem amor só de verão.
A paixoneta que tinha pelo vizinho Pedro ia mais além do verão.
Claro que ele não reparava em mim.
Os dias que passei a ler ao sol, voltada para a casa dele, com esperança que ele reparasse em mim. Não havia escaldão nem dor de cabeça que aguentasse.
A paixoneta que tinha pelo vizinho Pedro ia mais além do verão.
Claro que ele não reparava em mim.
Os dias que passei a ler ao sol, voltada para a casa dele, com esperança que ele reparasse em mim. Não havia escaldão nem dor de cabeça que aguentasse.
As melhores férias de Verão...
Sem dúvida que as melhores férias de verão, foram as passadas em casa dos meus avós, ou o mesmo que dizer em minha casa.
Lá tinha a minha praia (o tanque de lavar a roupa), o meu areal (terreno debaixo da videira), os meus gelados (água com groselha no congelador), a minha leitura (livros trazidos da biblioteca), e tudo o que poderia imaginar, estava alí à minha mão.
Não trocaria por nada deste mundo, as férias de verão da minha infância.
Lá tinha a minha praia (o tanque de lavar a roupa), o meu areal (terreno debaixo da videira), os meus gelados (água com groselha no congelador), a minha leitura (livros trazidos da biblioteca), e tudo o que poderia imaginar, estava alí à minha mão.
Não trocaria por nada deste mundo, as férias de verão da minha infância.
sábado, 16 de junho de 2012
A minha toalha de praia...
O que poderei dizer da minha toalha de praia?
Que é minha quando vou para a piscina, praia ou barragem, mas acaba sempre por limpar os filhos.
A minha toalha é mais o sol, e uma pontinha qualquer das toalhas dos filhos.
Ser mãe é duro!!
Que é minha quando vou para a piscina, praia ou barragem, mas acaba sempre por limpar os filhos.
A minha toalha é mais o sol, e uma pontinha qualquer das toalhas dos filhos.
Ser mãe é duro!!
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Dia Mundial do Dador de Sangue
Mais uma comemoração do dia mundial do dador de sangue.
"Doar sangue é doar vida"
Infelizmente todos os dias é necessário este líquido precioso que ajuda a salvar vidas.
Eles, os dadores têm andado zangados com o nosso governo pelas medidas de austeridade tomadas em relação às taxas moderadoras.
Não têm razão nesta zanga.
O VERDADEIRO dador de sangue não olha aos beneficios desta prática, pensa sim, no bem que pode fazer.
O dador de sangue habitual anda vigiado, raramente vai a outro médico que não o Imuno-hemoterapeuta.
Há alguns anos atrás não havia estas benesses e as pessoas doavam sangue.
Estão mal habituados, e nem sabem o que tenho ouvido nestes primeiros seis meses do ano. Uns compreendem e até mudam o pensamento, mas há outros bastantes "ranhosos" que nem à chapada lá vão.
Tivemos uma pequena quebra no início, mas agora até não estamos mal. Temos que agradecer aos pardais, quer dizer os futuros GNR que estão na Escola Prática que têm feito das minhas terças e quintas feiras, manhãs engraçadas, aos alunos da Escola de Enfermagem que também têm dado uma ajuda.
Mas hoje é dia de festa!!!
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Feira da Saúde do Alentejo
Nos dias 14 e 15 de Junho, Portalegre, mais concretamente a Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Portalegre com a colaboração da Administração Regional de Saúde do Alentejo e da Câmara Municipal de Portalegre, tem a honra que convidar toda a comunidade para a Feira da Saúde do Alentejo que visa:
- Apresentar serviços e recursos de Saúde;
- Promover a interação dos serviços de Saúdecom a população;
- Sensibilizar a população para a promoção da Saúde e alertar para a prevenção de algumas doenças;
- Avaliar indicadores de Saúde da população;
- Realizar sessões de esclarecimento.
Para além do Evento Científico - Estrutura dos Cuidados de Saúde no Alentejo: um debate organizacional, no Auditório da Câmara Municipal no dia 15 de Junho, haverá muitas actividades no Jardim da Avenida da Liberdade (Jardim do Tarro).
Nestes dois dias, podemos fazer rastreios de acuidade visual, optometria, acuidade auditiva, glicémia, colesterol, tensão arterial, índice de massa gorda, índice de massa corporal, função respiratória, cárie dentária.
Portanto dois dias em que a Saúde sairá à rua.Peço desculpa, mas a minha "nabice" computadoramente falando, não me deixou colocar aqui o programa.
Escolhas
A vida é feita de escolhas. Escolhas essas que nos são presentes na vida pelos obstáculos que se nos deparam todos os dias.
Logo assim que acordamos fazemos escolhas: "Levanto-me?" ou "Deixo-me ficar deitada?", e por aí fora ao longo do dia.
Por vezes não fazemos a melhor escolha e deparamo-nos com as consequências desses actos.
As escolhas certas, ou que no momento achámos como certas, fazem-nos sorrir, viver confiantes, alegres.
As escolhas erradas, fazem-nos tombar, sofrer, viver em angústia, mas ajudam-nos a levantar de novo mais fortes e a enfrentar tudo e todos. Aprendemos com os erros, são pequenas batalhas que temos que travar para ganhar a guerra da vida.
Olhando para trás, não considero que tenha escolhido mal o caminho a seguir.
A morte do meu pai em 1979, alterou a minha vida, mas aí a escolha foi-me imposta e eu só tive que seguir em frente. Tive uma infância feliz, fui feliz e aprendi muito com o pouco que tinha.
As escolhas pessoais e profissionais também foram importantes.
A criação deste blog, foi outra das minhas escolhas. Sempre gostei de escrever, embora não o tivesse feito durante alguns anos.
Um dia de Outono de 2009 foi a altura escolhida.
Que nome para o blog, que nome para mim? Fácil.Orquídea, a flor que mais gosto. Carlota Pires Dacosta, o nome que me chamam desde pequena.
Praticamente ninguém que me conhece pessoalmente sabe que tenho um blog, nem tão pouco que escrevo. Tenho tanto de mim aqui escrito. Os meus pensamentos, os meus poemas. Muita gente não iria acreditar que sou eu que escrevo.
Passo despercebida no meio da multidão e assim quero ficar.
Logo assim que acordamos fazemos escolhas: "Levanto-me?" ou "Deixo-me ficar deitada?", e por aí fora ao longo do dia.
Por vezes não fazemos a melhor escolha e deparamo-nos com as consequências desses actos.
As escolhas certas, ou que no momento achámos como certas, fazem-nos sorrir, viver confiantes, alegres.
As escolhas erradas, fazem-nos tombar, sofrer, viver em angústia, mas ajudam-nos a levantar de novo mais fortes e a enfrentar tudo e todos. Aprendemos com os erros, são pequenas batalhas que temos que travar para ganhar a guerra da vida.
Olhando para trás, não considero que tenha escolhido mal o caminho a seguir.
A morte do meu pai em 1979, alterou a minha vida, mas aí a escolha foi-me imposta e eu só tive que seguir em frente. Tive uma infância feliz, fui feliz e aprendi muito com o pouco que tinha.
As escolhas pessoais e profissionais também foram importantes.
A criação deste blog, foi outra das minhas escolhas. Sempre gostei de escrever, embora não o tivesse feito durante alguns anos.
Um dia de Outono de 2009 foi a altura escolhida.
Que nome para o blog, que nome para mim? Fácil.Orquídea, a flor que mais gosto. Carlota Pires Dacosta, o nome que me chamam desde pequena.
Praticamente ninguém que me conhece pessoalmente sabe que tenho um blog, nem tão pouco que escrevo. Tenho tanto de mim aqui escrito. Os meus pensamentos, os meus poemas. Muita gente não iria acreditar que sou eu que escrevo.
Passo despercebida no meio da multidão e assim quero ficar.
O que mais gosto de comer no Verão...
Gaspacho.
Para quem não sabe é sopa de tomate, pepino, pimento, presunto, cebola, azeite, água e muito gelo.
Tem algumas variedades, mas eu gosto imenso desta.
Para quem não sabe é sopa de tomate, pepino, pimento, presunto, cebola, azeite, água e muito gelo.
Tem algumas variedades, mas eu gosto imenso desta.
terça-feira, 12 de junho de 2012
As noites de Verão...
Noites pequenas nas quais temos que aproveitar para desfrutar todos os inquietantes momentos sombrios.
Gosto das noites de lua cheia no verão.
Gosto de ouvir o canto dos grilos.
Gosto do tempo quente que se faz sentir até a madrugada raiar.
Gosto de dormir.
Gosto das noites de lua cheia no verão.
Gosto de ouvir o canto dos grilos.
Gosto do tempo quente que se faz sentir até a madrugada raiar.
Gosto de dormir.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
As manhãs de Verão...
Quando o sol entra pela janela aberta de par em par, tocando o nosso corpo despertando-o, é como se todo os nossos sentidos despertassem de um sono envolvido por anjos.
Se estou de férias, gosto de acordar calmamente, deixar-me ficar a fazer ronha, até me levantar.
Se é dia de trabalho, a vontade de ficar mais um pouco é certa, mas não pode ser, toca a levantar!!
Se estou de férias, gosto de acordar calmamente, deixar-me ficar a fazer ronha, até me levantar.
Se é dia de trabalho, a vontade de ficar mais um pouco é certa, mas não pode ser, toca a levantar!!
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Festas, arraiais e festivais de Verão
Os arraiais dos Santos Populares.
Lá volto eu, de novo, à minha infância.
Na altura em que os vizinhos eram família, que as portas estavam dia e noite abertas, recordo umas das festividades que unia alguns vizinhos da Senhora Santa Ana.
Os preparativos começavam mais cedo para as poucas crianças que ali viviam, onde eu me incluía. Recortar folhas de papel dobradas a fazer desenhos engraçados que depois colávamos num cordel e pendurávmos no sítio onde seria a festa, varrer a rua das pedras e desejar que o dia chegasse era a nossa tarefa.
Eu levava os dias a pensar na festa, o que se iria passar, o que íamos comer, andava eufórica. Na altura as festas eram tão raras que uma preciosidade destas era para se aproveitar ao máximo.
No dia da festa, depois do horário de trabalho, os adultos cortavam alguns ramos da palmeira para enfeitar o "recinto" da festa, colocavam um fio de lâmpadas para iluminar ainda mais o recinto, colocavam o grelhador em sítio certo, as mulheres descascavam as batatas, arranjavam os pimentos para a assar e os tomates para a salada.
Nesta altura já andava "maluca" com a agitação, e por vezes só fazia disparates.
A aparelhagem já tocava as marchas populares.
Aos poucos os vizinhos iam aparecendo para confraternizar.
As mesas já estavam postas na rua, com toalhas de plástico, os copos, pratos e talheres de plástico, as saladas, e os mangericos a enfeitar.
No grelhador as sardinhas já pingam para as brasas. Humm que cheirinho tão bom! As batatas já estão cozidas e a caminho da mesa.
Chego perto da avó e digo que tenho fome. Ela pega num prato com batatas, coloca duas sardinhas, salada e tomate e pimentos, de seguida um copo de laranjada e vou colocar-me no sítio mais elevado que encontro para poder observar a festa no seu todo.
Por vezes esqueço-me de comer para observar a festa.
Vai anoitecendo, as luzes iluminam o cantinho da festa que está bem animada, com dança, cantigas e acima de tudo confraternização entre vizinhos. Até há uma fogueira!
A avó diz que é tarde que tenho que me ir deitar, faço uma pequena birra para ficar, mas mesmo assim ela não deixa.
Já na cama, imagino o que se passará lá fora. As luzes iluminam o quarto, o cheiro das sardinhas a assar deixa-me com água na boca, o som das músicas populares entra pelo quarto embalando-me até o sono chegar.
Era assim há muitos anos atrás.
Hoje em dia a vizinhança envelheceu, outros morreram e as crianças que davam alegria aquele casario de pouco mais de 10 casas foram morar para outro lado, cresceram, casaram.
Quando chega esta altura lembro-me com saudade destas festas.
Lá volto eu, de novo, à minha infância.
Na altura em que os vizinhos eram família, que as portas estavam dia e noite abertas, recordo umas das festividades que unia alguns vizinhos da Senhora Santa Ana.
Os preparativos começavam mais cedo para as poucas crianças que ali viviam, onde eu me incluía. Recortar folhas de papel dobradas a fazer desenhos engraçados que depois colávamos num cordel e pendurávmos no sítio onde seria a festa, varrer a rua das pedras e desejar que o dia chegasse era a nossa tarefa.
Eu levava os dias a pensar na festa, o que se iria passar, o que íamos comer, andava eufórica. Na altura as festas eram tão raras que uma preciosidade destas era para se aproveitar ao máximo.
No dia da festa, depois do horário de trabalho, os adultos cortavam alguns ramos da palmeira para enfeitar o "recinto" da festa, colocavam um fio de lâmpadas para iluminar ainda mais o recinto, colocavam o grelhador em sítio certo, as mulheres descascavam as batatas, arranjavam os pimentos para a assar e os tomates para a salada.
Nesta altura já andava "maluca" com a agitação, e por vezes só fazia disparates.
A aparelhagem já tocava as marchas populares.
Aos poucos os vizinhos iam aparecendo para confraternizar.
As mesas já estavam postas na rua, com toalhas de plástico, os copos, pratos e talheres de plástico, as saladas, e os mangericos a enfeitar.
No grelhador as sardinhas já pingam para as brasas. Humm que cheirinho tão bom! As batatas já estão cozidas e a caminho da mesa.
Chego perto da avó e digo que tenho fome. Ela pega num prato com batatas, coloca duas sardinhas, salada e tomate e pimentos, de seguida um copo de laranjada e vou colocar-me no sítio mais elevado que encontro para poder observar a festa no seu todo.
Por vezes esqueço-me de comer para observar a festa.
Vai anoitecendo, as luzes iluminam o cantinho da festa que está bem animada, com dança, cantigas e acima de tudo confraternização entre vizinhos. Até há uma fogueira!
A avó diz que é tarde que tenho que me ir deitar, faço uma pequena birra para ficar, mas mesmo assim ela não deixa.
Já na cama, imagino o que se passará lá fora. As luzes iluminam o quarto, o cheiro das sardinhas a assar deixa-me com água na boca, o som das músicas populares entra pelo quarto embalando-me até o sono chegar.
Era assim há muitos anos atrás.
Hoje em dia a vizinhança envelheceu, outros morreram e as crianças que davam alegria aquele casario de pouco mais de 10 casas foram morar para outro lado, cresceram, casaram.
Quando chega esta altura lembro-me com saudade destas festas.
A minha bebida preferida no Verão
Uma limonada, com limões acabados de colher da árvore.
Uma sangria, bem fresquinha, numa noite bem estrelada.
Mas o que sabe mesmo bem, é um copo de água bem fresquinho pela manhã.
Uma sangria, bem fresquinha, numa noite bem estrelada.
Mas o que sabe mesmo bem, é um copo de água bem fresquinho pela manhã.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Tristeza
Hoje estou triste.
Como se fosse um sorriso capaz de apagar a tristeza que o meu corpo assola, que o meu corpo devora.
Por vezes, muitas vezes até, dou por mim a pensar no dia de amanhã. Naqueles dias que espero que cheguem bem distantes daquele em que me encontro.
Não sei, como ninguém sabe, se chegarei ao amanhã. Pelo menos mentalmente capaz de me lembrar da minha infância, da minha adolescência, das coisas boas que a vida me enviou, assim como das quedas que dei, e das cais aprendi grandes lições de vida.
Fui uma criança feliz, com o pouco que tinha de posses e de bens materiais, mas com uma imaginação fértil, graças aos muitos livros, colectâneas, enciclopédias que li.
Nos dias de hoje a internet é uma grande ajuda em algumas coisas, mas por vezes faz-me falta o papel, o folhear dos livros antigos, o seu cheiro, a sua rugosidade.
Há alguns anos, vivia ansiosa com o dia a dia, o stress do trabalho, a competividade profissional. Era em casa, na calma e paz do meu lar, que me refugiava. A companhia da família, um bom livro e uma chávena de chá fazia maravilhas.
Hoje em dia vivo um dia da cada vez, não vale a pena projectar nas nuvens o futuro que se sabe incerto. A minha "preocupação" é o chegar um dia, se Deus quiser, a uma belíssima cota para aí de oitenta e muitos anos e saber o que vivi, lembrar-me das pessoas que passaram pela minha vida e que foram deixando marcas. Sim aquelas marcas, das quais muitas mulheres fogem, e as quais eu não me importo de ostentar. Algumas já vão aparecendo, e quando à noite me vejo ao espelho, sei o nome de cada uma delas (o meu avôzinho Porfírio, a Raquel, a avó Teresa, o meu pai José - os que já partiram; o Diogo e a Salomé - filhos, o meu marido e a restante família, a Cristina, a D. Isabel, a Anónima Marisa, o Anónimo Luís, a MJFalcão, o Manuel Poppe; e aqueles Amigos sem presença física mas pelos quais o meu coração e o meu pensamento está sempre presente, o Compadre Mar do Poeta, as minhas Princesas Cozinheiras e todos os restantes amigos que tenho encontrado pelo blogue).
De menina tímida e envergonhada, saiu uma mulher forte, extrovertida em certos momentos, pois por vezes a timidez ainda se lembra de mepregar partidas.
O dia aqui por Portalegre tem sido triste e não vale a pena falar no assunto que todos já sabem pelas notícias. Sim eram pessoas conhecidas, uma das quais trabalhava na mesma instituição que eu, e o sobrevivente meu cabeleireiro.
Por agora continuo triste.
Amanhã um novo dia. O sol irá aparecer e aquecer a minha alma.
Como se fosse um sorriso capaz de apagar a tristeza que o meu corpo assola, que o meu corpo devora.
Por vezes, muitas vezes até, dou por mim a pensar no dia de amanhã. Naqueles dias que espero que cheguem bem distantes daquele em que me encontro.
Não sei, como ninguém sabe, se chegarei ao amanhã. Pelo menos mentalmente capaz de me lembrar da minha infância, da minha adolescência, das coisas boas que a vida me enviou, assim como das quedas que dei, e das cais aprendi grandes lições de vida.
Fui uma criança feliz, com o pouco que tinha de posses e de bens materiais, mas com uma imaginação fértil, graças aos muitos livros, colectâneas, enciclopédias que li.
Nos dias de hoje a internet é uma grande ajuda em algumas coisas, mas por vezes faz-me falta o papel, o folhear dos livros antigos, o seu cheiro, a sua rugosidade.
Há alguns anos, vivia ansiosa com o dia a dia, o stress do trabalho, a competividade profissional. Era em casa, na calma e paz do meu lar, que me refugiava. A companhia da família, um bom livro e uma chávena de chá fazia maravilhas.
Hoje em dia vivo um dia da cada vez, não vale a pena projectar nas nuvens o futuro que se sabe incerto. A minha "preocupação" é o chegar um dia, se Deus quiser, a uma belíssima cota para aí de oitenta e muitos anos e saber o que vivi, lembrar-me das pessoas que passaram pela minha vida e que foram deixando marcas. Sim aquelas marcas, das quais muitas mulheres fogem, e as quais eu não me importo de ostentar. Algumas já vão aparecendo, e quando à noite me vejo ao espelho, sei o nome de cada uma delas (o meu avôzinho Porfírio, a Raquel, a avó Teresa, o meu pai José - os que já partiram; o Diogo e a Salomé - filhos, o meu marido e a restante família, a Cristina, a D. Isabel, a Anónima Marisa, o Anónimo Luís, a MJFalcão, o Manuel Poppe; e aqueles Amigos sem presença física mas pelos quais o meu coração e o meu pensamento está sempre presente, o Compadre Mar do Poeta, as minhas Princesas Cozinheiras e todos os restantes amigos que tenho encontrado pelo blogue).
De menina tímida e envergonhada, saiu uma mulher forte, extrovertida em certos momentos, pois por vezes a timidez ainda se lembra de mepregar partidas.
O dia aqui por Portalegre tem sido triste e não vale a pena falar no assunto que todos já sabem pelas notícias. Sim eram pessoas conhecidas, uma das quais trabalhava na mesma instituição que eu, e o sobrevivente meu cabeleireiro.
Por agora continuo triste.
Amanhã um novo dia. O sol irá aparecer e aquecer a minha alma.
O meu calçado de verão
Sandálias! E mais sandálias!
Adoro estas com correntes, faz o meu género, eheheh
As unhas pintadas também, como sempre é a mana que as pinta pois não tenho jeito.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Revista Plátano - nº5
Há momentos recheados de história, de imagens que nos fazem "viver" a vida antiga na nossa cidade.
Digo "nossa" pois os quase 30 anos que cá vivo já me fazem viver Portalegre como se fosse minha de nascimento. Pelo menos meia-costela é!
A revista "Plátano - Revista de Arte e Crítica de Portalegre" veio ter às minhas mãos por acaso. Nunca tinha ouvido falar dela. Depois de a abrir e ler algumas páginas, e até mesmo pesquisar na internet, visitar blogues, percebi que afinal esta é uma aventura cultural que viu a luz do dia pela primeira vez, numa frondosa Primavera de 2005.
É uma revista cultural, na qual se escreve sobre a nossa cultura, a cultura dos Lagóias.
São tantas as histórias escritas que "devorei" a revista ontem ao serão.
O Outono de 2005 viu o n.2 que fez do Poeta José Duro sua capa. Em sua companhia encontrava-se também José Rodrigues Eustáquio (por mim, menos conhecido, mas não esquecido).
Na Primavera de 2006, volta nova edição, com o desporto em destaque, no 80º aniversário do 1º derby portalegrense - Sport Club Estrela - Grupo Desportivo Portalegrense.
Um interregno de mais de dois anos, faz voltar a revista no Outono de 2008.
E em 2012, no dia em que se comemorou o dia da cidade de Portalegre, o n.5 está na rua.
Pela minha parte, pelo menos as pessoas do serviço, já a ficaram a conhecer e algumas gostaram do que viram.
Gostaria de dar os parabéns a todos os que nela participam, mas infelizmente conheço só dois ou três de nome e de vista.
Foi bom conhecer Portalegre, as suas histórias e as suas gentes que já por cá andaram.
Um segredo de Verão
O que se pode contar dos segredos? Pois se são segredos, não se conta nada!
Um segredo de verão!
Pode ser de verão, outono ou até mesmo inverno. É segredo e é só meu!
Se tenho um segredo de verão? Não. Tenho um segredo do ano inteiro.
Um segredo de verão!
Pode ser de verão, outono ou até mesmo inverno. É segredo e é só meu!
Se tenho um segredo de verão? Não. Tenho um segredo do ano inteiro.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
O que não gosto no Verão
Aqueles dias em que anda tudo de manga curta e eu como sou friorenta, ando de casaco.
Noites tão quentes que mais parece que estamos no deserto a meio do dia.
Ar Condicionado com a temperatura igual à do Polo Norte.
Programar uma ida à praia, e ao fim de 200Km chegamos para um dia de praia e temos que ficar enfiados dentro do carro pois não pára de chover.
A famosa dor de garganta ao fim da 1ª bebida gelada ou o 1º gelado.
A vontade louca dos mosquitos, melgas e afins pelo meu sangue.
Noites tão quentes que mais parece que estamos no deserto a meio do dia.
Ar Condicionado com a temperatura igual à do Polo Norte.
Programar uma ida à praia, e ao fim de 200Km chegamos para um dia de praia e temos que ficar enfiados dentro do carro pois não pára de chover.
A famosa dor de garganta ao fim da 1ª bebida gelada ou o 1º gelado.
A vontade louca dos mosquitos, melgas e afins pelo meu sangue.
Escondido
Pôr do sol - Portalegre - 01/06/2012
O dia despede-se angelicalmente.
Nem uma presença de ti.
Nem uma presença minha.
Mais logo a noite chega, e aí, como todas as noites, encontramos-nos.
Irradia a luz, fazendo adivinhar o brilho do nosso encontro.
Por mais belo que seja o pôr do sol, é pela noite que anseio a chegada, é na noite que presencio a mais bela das cores.
Que pintor celestial tem o poder de pintar tão bela tela, tão bela peça de arte?
Escondido, aguardando a noite, vais vigiando os meus passos, o meu rumo. Rumo esse, que se encaminha para ti.
domingo, 3 de junho de 2012
O Verão numa Cor
Amarelo.
Amarelo, como as searas que o vento faz bailar pelos campos do meu Alentejo.
Amarelo, como o sol escaldante que queima as peles mais desprotegidas.
Amarelo, como os malmequeres que pintam os campos.
Mas também há o azul cinza que faz da noite, a mais linda cor da paleta celestial.
Fotos tiradas ontem
sexta-feira, 1 de junho de 2012
O Verão da minha Infância
Que sensação estranha ao acordar.
Como que por magia, a responsabilidade, a pressa, a pressão do trabalho, passaram.
A vontade de correr, pular, gritar, rodopiar, subir às árvores, enfim, brincar, voltou!
O cheiro das giestas que circundam Portalegre, dos malmequeres, das papoilas já não me fazem mal.
Visto uma roupa qualquer e saío para a rua. O tanque de lavar roupa, no quintal da avó está cheio de água. Mergulho os meus braços nele, chegando a água quase ao pescoço, eheh, molhei as mangas da t-shirt, aiai. Não faz mal, enxuga ao ar. Vejo o meu rosto no reflexo da água, sorrio, os meus olhos sorriem.
Subo as escadas e corro pela rua abaixo aos pontapés às pedras, a passar as mãos pelas paredes caiadas de branco. "Carla, não faças isso que sujas as paredes às vizinhas!" - parece que ouço a minha avó gritar ao longe.
Perto da casa do sr. Salgueiro, páro. Tenho medo dos cães que por vezes ali andam e que já correram atrás de mim dezenas de vezes. O quintal da vizinha Domingas, mais propriamente a terra perto das roseiras tem sido a minha safa, quando ao fugir deles lá aterro. Nenhum! Podemos seguir!
Chego perto da casa da Adélia. A porta aberta de par em par para deixar entrar o fresco da manhã. Cheira a sabão da roupa lavada que se encontra no alguidar para estender. Entro.
-Bom dia!
-Olha a Carlota Pires Dacosta! Logo de manhã, por aqui? (Agora já sabem de onde vem o nome)
-Vou brincar para o adro.
-Queres pão com manteiga?
-Sim pode ser. E com açucar também!
Hum, que vontade de comer pão com manteiga e açucar, neste momento. Cada dentada no pão, lambuça a minha boca de manteiga, que tento lamber até ao último pedaço.
Sorrio e volto de novo ao meu caminho.
Se a avó sabe que comi, de novo na casa da Adélia, ralha comigo. Mas não faz mal, eu como lá todos os dias e ela muitas vezes não sabe, pois a Adélia é minha amiga e já me disse que não lhe conta. O pior é a vizinha, a Diamantina que tem o quintal que dá para casa da minha avó. Quando sabe que estou na casa da Adélia, está sempre a gritar para a minha avó: "Oh Zé, a tua neta está de novo a comer na casa da Adélia!"- Não gosto da Diamantina, tem ar de bruxa, e deve ser mesmo, pois quando os nossos olhos se encontram fico doente, por isso fujo dela.
O adro da igreja da Senhora Santa Ana.
Dois terraços em terra batida com oliveiras, dois muros - o primeiro circunda a igreja e um mais largo que circunda este e que dá para a estrada, com uma altura de três metros.
A avó diz que é perigoso, mas eu gosto de brincar ali. Dá para jogar à bola, ao berlinde, fazer casinhas, subir às árvores, ou simplesmente estar sentada a ver quem passa, ou olhar lá longe a Serra da Penha, a Igreja da Sé, a Estação, ou o horizonte a perder de vista.
Subo para a minha "nave" e hoje é dia de defender a minha tripulação. Só acabo a "minha" guerra quando ouço a minha avó a chamar-me. Salto para o chão e corro até casa. Subo o muro que passa pela horta da Igreja e corro até uma encosta que me leva perto de casa. Quando a avó chama, é para ir rápido, por isso vou a corta-mato.
-Vou à cidade, queres vir?
A "cidade" fica a 200metros do sítio onde me encontro, mas a escassez de casas nesse caminho faz parecer que estou looonge da cidade.
Depressa lavo a cara, as mãos, penteio-me, visto outra camisa e lá vou eu.Ai, os livros da biblioteca! Pego na sacola e lá vou eu com a minha avó. Sinto-me importante quando vou com a minha avó à cidade. Ela conhece toda a gente, e toda a gente me fala também. Mas acompanhar a minha avó parece uma corrida de Fórmula 1, ela não anda, ela voa.
Passamos pela Câmara Municipal. Vou ver se o meu avô lá está para lhe dar um beijinho. Quando lá vou, falo também aos colegas dele.
-Aqui vem a minha Carla com os seus livros. Gosta muito de ler. Um dia, ainda escreve um livro! Tem mãos de habilidosa, dedos esguios. - e lá mostro eu, pela milésima vez as mãos. "Que sorte tê-las lavado!"
Quando dali saío, sigo para a biblioteca. Hoje não devo demorar muito, a D. Emília já me guardou o livro que quero. Não devia ser assim, mas ela guarda-me alguns livros que sabe que gosto, pois sabe que os trato sempre bem e por isso me faz estes miminhos.
O caminho para casa já é feito com a sacola dos livros a tira colo e os sacos das compras nas mãos. A avó não carrega muito os sacos, mas eu gosto de a ajudar.
Já não penso em mais nada a não ser, estar deitada, debaixo da videira, sentir o sol passar por entre as folhas, um copo de groselha ao meu lado para ir bebendo, ou uma taça de cerejas, e deixar a minha imaginação voar com a heroína da história.
Quando está mais calor, às vezes deixo-me dormir a ler o livro. Acordo quando tem que ser ou com alguma formiga a picar-me.
Quando a noite chega, já tenho o livro lido. Estou cansada!
Já deitada, sinto o calor entrar pela janela, os grilos a cantar, o céu estrelado e fecho os olhos.
Que bom ser criança, de novo!!
Esta história faz parte do passatempo do blog "A Turista Acidental".
Serve também para lembrar mais um Dia da Criança. A criança que eu fui, o recordar um dos muitos dias da minha infância, dos muitos dias de Verão que passava em casa, em Portalegre.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Metade do meu Coração em festa
Hoje metade do meu coração faz 4 anos.
A metade que dá descanso quando dorme, mas que vive em arritmia desenfreada quando está acordada.
Deu luta a nascer, mas os médicos foram mais fortes e toca de o tirar cá para fora, numa cesariana às 2h da manhã, em que o tema de conversa era o Glorioso.
Esta metade já passou por algumas contrariedades clínicas mas tem-se saído bem. É o meu forte!
Parabéns Diogo!
A metade que dá descanso quando dorme, mas que vive em arritmia desenfreada quando está acordada.
Deu luta a nascer, mas os médicos foram mais fortes e toca de o tirar cá para fora, numa cesariana às 2h da manhã, em que o tema de conversa era o Glorioso.
Esta metade já passou por algumas contrariedades clínicas mas tem-se saído bem. É o meu forte!
Parabéns Diogo!
terça-feira, 29 de maio de 2012
Também quero transformar-me em MAX
Este é o novo cartaz dos gelados da Olá para 2012.
O novo gelado Crystal do Max foi a preferência do D. ontem à tarde. Só depois dele o comer, percebi porquê.
-Mãe já me trasformei? Vês os meus olhos e o cabelo a transformar-se??
-Que grande Max que tu estás! (o que poderia eu dizer?)
Deixei a magia acontecer. Tem tempo para viver a realidade do dia a dia.
-Mas não podes comer muitos, pois não quero que fiques Max para sempre, quero o meu filho de volta.
-Só vou comer pouquinhos.
O novo gelado Crystal do Max foi a preferência do D. ontem à tarde. Só depois dele o comer, percebi porquê.
-Mãe já me trasformei? Vês os meus olhos e o cabelo a transformar-se??
-Que grande Max que tu estás! (o que poderia eu dizer?)
Deixei a magia acontecer. Tem tempo para viver a realidade do dia a dia.
-Mas não podes comer muitos, pois não quero que fiques Max para sempre, quero o meu filho de volta.
-Só vou comer pouquinhos.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Pássaro Ferido
Sou um pássaro ferido
Perdido,
Pelos seus abandonado
Desgovernado,
Inquieto na alma
Calma,
Suspiro por paixão
Perdão,
Doído no ferimento
Isolamento,
No chão me restabeleço
Adormeço,
Contigo sonho
Risonho,
Uma calma serena
Pequena,
Terei morrido?
Ou simplesmente Adormecido??
Perdido,
Pelos seus abandonado
Desgovernado,
Inquieto na alma
Calma,
Suspiro por paixão
Perdão,
Doído no ferimento
Isolamento,
No chão me restabeleço
Adormeço,
Contigo sonho
Risonho,
Uma calma serena
Pequena,
Terei morrido?
Ou simplesmente Adormecido??
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Descalça
Ando descalça,
Por caminhos
Incertos
Desertos
Escondidos
Perdidos
Tempestuosos
Fogosos
Ando descalça,
Pelas nuvens
Algodão
Paixão
Macia
Alegria
Sorrir
Atrair
Ando descalça!
Por caminhos
Incertos
Desertos
Escondidos
Perdidos
Tempestuosos
Fogosos
Ando descalça,
Pelas nuvens
Algodão
Paixão
Macia
Alegria
Sorrir
Atrair
Ando descalça!
Compras na Secção Infantil
Não sou muito consumista no que toca à compra de roupa, sapatos e acessórios.
Para mim, qualquer trapinho serve, desde que não esteja esfarrapado ou sujo. Alguma da roupa que visto têm mais que 12 anos e estão óptimas, parecem novas.
No calçado passa-se o mesmo e nos acessórios, não sei, pois não tenho hábito de os usar.
Há dias, por acaso fui comprar uns ténis para o verão. Comecei por visualizar a secção dos adultos, masculinos, femininos e acabei por comprar uns na secção infantil.
Quem me manda ter pézinho de princesa com o singelo 34/35???
Mas o mais engraçado, foi o olhar "admirado" do rapazito que se encontrava ao lado.
Para mim, qualquer trapinho serve, desde que não esteja esfarrapado ou sujo. Alguma da roupa que visto têm mais que 12 anos e estão óptimas, parecem novas.
No calçado passa-se o mesmo e nos acessórios, não sei, pois não tenho hábito de os usar.
Há dias, por acaso fui comprar uns ténis para o verão. Comecei por visualizar a secção dos adultos, masculinos, femininos e acabei por comprar uns na secção infantil.
Quem me manda ter pézinho de princesa com o singelo 34/35???
Mas o mais engraçado, foi o olhar "admirado" do rapazito que se encontrava ao lado.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
De volta!
De volta ao trabalho!
Já estava com saudades, mas também não valia a pena demonstrarem que sentiram a minha falta assim desta maneira. É que para ver se não estava já destreinada, apareceram 25 pardais mais 2 fugitivas.
Uma manhã preenchida.
Já estava com saudades, mas também não valia a pena demonstrarem que sentiram a minha falta assim desta maneira. É que para ver se não estava já destreinada, apareceram 25 pardais mais 2 fugitivas.
Uma manhã preenchida.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
O Prémio
Verita e Manuela. já chegou!!!
Agora é guardar um fim de semana ou duas noites para ler as 543 páginas!!!
Obrigado de novo às duas.
Após uma semana de férias, mais uma de assistência à família, estava eu a preparar-me para voltar ao trabalho no dia 22, quando na madrugada de 21 para 22 ficou tudo doente em casa. Dores de garganta, ranhosos, faltas de ar, bem, houve de tudo um pouco.
Hoje aproveitámos o feríado municipal para descansar e amanhã tudo de volta à rotina.
Até amanhã!
Agora é guardar um fim de semana ou duas noites para ler as 543 páginas!!!
Obrigado de novo às duas.
Após uma semana de férias, mais uma de assistência à família, estava eu a preparar-me para voltar ao trabalho no dia 22, quando na madrugada de 21 para 22 ficou tudo doente em casa. Dores de garganta, ranhosos, faltas de ar, bem, houve de tudo um pouco.
Hoje aproveitámos o feríado municipal para descansar e amanhã tudo de volta à rotina.
Até amanhã!
sábado, 19 de maio de 2012
Silêncio da noite
É no silêncio da noite que te procuro
É no silêncio da noite que te amo
Descubro a magia do teu corpo
No prazer, é por ti que chamo
É no silêncio da noite que te amo
Descubro a magia do teu corpo
No prazer, é por ti que chamo
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