terça-feira, 12 de junho de 2012

As noites de Verão...

Noites pequenas nas quais temos que aproveitar para desfrutar todos os inquietantes momentos sombrios.
Gosto das noites de lua cheia no verão.
Gosto de ouvir o canto dos grilos.
Gosto do tempo quente que se faz sentir até a madrugada raiar.
Gosto de dormir.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

As tardes de Verão...

Tarde, que é tarde, seja verão, outono ou inverno, é para dormir a sesta.

As manhãs de Verão...

Quando o sol entra pela janela aberta de par em par, tocando o nosso corpo despertando-o, é como se todo os nossos sentidos despertassem de um sono envolvido por anjos.
Se estou de férias, gosto de acordar calmamente, deixar-me ficar a fazer ronha, até me levantar.
Se é dia de trabalho, a vontade de ficar mais um pouco é certa, mas não pode ser, toca a levantar!!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Festas, arraiais e festivais de Verão

Os arraiais dos Santos Populares.
Lá volto eu, de novo, à minha infância.
Na altura em que os vizinhos eram família, que as portas estavam dia e noite abertas, recordo umas das festividades que unia alguns vizinhos da Senhora Santa Ana.
Os preparativos começavam mais cedo para as poucas crianças que ali viviam, onde eu me incluía. Recortar folhas de papel dobradas a fazer desenhos engraçados que depois colávamos num cordel e pendurávmos no sítio onde seria a festa, varrer a rua das pedras e desejar que o dia chegasse era a nossa tarefa.
Eu levava os dias a pensar na festa, o que se iria passar, o que íamos comer, andava eufórica. Na altura as festas eram tão raras que uma preciosidade destas era para se aproveitar ao máximo.
No dia da festa, depois do horário de trabalho, os adultos cortavam alguns ramos da palmeira para enfeitar o "recinto" da festa, colocavam um fio de lâmpadas para iluminar ainda mais o recinto, colocavam o grelhador em sítio certo, as mulheres descascavam as batatas, arranjavam os pimentos para a assar e os tomates para a salada.
Nesta altura já andava "maluca" com a agitação, e por vezes só fazia disparates.
A aparelhagem já tocava as marchas populares.
Aos poucos os vizinhos iam aparecendo para confraternizar.
As mesas já estavam postas na rua, com toalhas de plástico, os copos, pratos e talheres de plástico, as saladas, e os mangericos a enfeitar.
No grelhador as sardinhas já pingam para as brasas. Humm que cheirinho tão bom! As batatas já estão cozidas e a caminho da mesa.
Chego perto da avó e digo que tenho fome. Ela pega num prato com batatas, coloca duas sardinhas, salada e tomate e pimentos, de seguida um copo de laranjada e vou colocar-me no sítio mais elevado que encontro para poder observar a festa no seu todo.
Por vezes esqueço-me de comer para observar a festa.
Vai anoitecendo, as luzes iluminam o cantinho da festa que está bem animada, com dança, cantigas e acima de tudo confraternização entre vizinhos. Até há uma fogueira!
A avó diz que é tarde que tenho que me ir deitar, faço uma pequena birra para ficar, mas mesmo assim ela não deixa.
Já na cama, imagino o que se passará lá fora. As luzes iluminam o quarto, o cheiro das sardinhas a assar deixa-me com água na boca, o som das músicas populares entra pelo quarto embalando-me até o sono chegar.

Era assim há muitos anos atrás.
Hoje em dia a vizinhança envelheceu, outros morreram e as crianças que davam alegria aquele casario de pouco mais de 10 casas foram morar para outro lado, cresceram, casaram.
Quando chega esta altura lembro-me com saudade destas festas.

A minha bebida preferida no Verão

Uma limonada, com limões acabados de colher da árvore.
Uma sangria, bem fresquinha, numa noite bem estrelada.
Mas o que sabe mesmo bem, é um copo de água bem fresquinho pela manhã.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Tristeza

Hoje estou triste.
Como se fosse um sorriso capaz de apagar a tristeza que o meu corpo assola, que o meu corpo devora.
Por vezes, muitas vezes até, dou por mim a pensar no dia de amanhã. Naqueles dias que espero que cheguem bem distantes daquele em que me encontro.
Não sei, como ninguém sabe, se chegarei ao amanhã. Pelo menos mentalmente capaz de me lembrar da minha infância, da minha adolescência, das coisas boas que a vida me enviou, assim como das quedas que dei, e das cais aprendi grandes lições de vida.
Fui uma criança feliz, com o pouco que tinha de posses e de bens materiais, mas com uma imaginação fértil, graças aos muitos livros, colectâneas, enciclopédias que li.
Nos dias de hoje a internet é uma grande ajuda em algumas coisas, mas por vezes faz-me falta o papel, o folhear dos livros antigos, o seu cheiro, a sua rugosidade.
Há alguns anos, vivia ansiosa com o dia a dia, o stress do trabalho, a competividade profissional. Era em casa, na calma e paz do meu lar, que me refugiava. A companhia da família, um bom livro e uma chávena de chá fazia maravilhas. 
Hoje em dia vivo um dia da cada vez, não vale a pena projectar nas nuvens o futuro que se sabe incerto. A minha "preocupação" é o chegar um dia, se Deus quiser, a uma belíssima cota para aí de oitenta e muitos anos e saber o que vivi, lembrar-me das pessoas que passaram pela minha vida e que foram deixando marcas. Sim aquelas marcas, das quais muitas mulheres fogem, e as quais eu não me importo de ostentar. Algumas já vão aparecendo, e quando à noite me vejo ao espelho, sei o nome de cada uma delas (o meu avôzinho Porfírio, a Raquel, a avó Teresa, o meu pai José - os que já partiram; o Diogo e a Salomé - filhos, o meu marido e a restante família, a Cristina, a D. Isabel, a Anónima Marisa, o Anónimo Luís, a MJFalcão, o Manuel Poppe; e aqueles Amigos sem presença física mas pelos quais o meu coração e o meu pensamento está sempre presente, o Compadre Mar do Poeta, as minhas Princesas Cozinheiras e todos os restantes amigos que tenho encontrado pelo blogue).
De menina tímida e envergonhada, saiu uma mulher forte, extrovertida em certos momentos, pois por vezes a timidez ainda se lembra de mepregar partidas.
O dia aqui por Portalegre tem sido triste e não vale a pena falar no assunto que todos já sabem pelas notícias. Sim eram pessoas conhecidas, uma das quais trabalhava na mesma instituição que eu, e o sobrevivente meu cabeleireiro.
Por agora continuo triste.
Amanhã um novo dia. O sol irá aparecer e aquecer a minha alma.

O meu calçado de verão


Sandálias! E mais sandálias!
Adoro estas com correntes, faz o meu género, eheheh
As unhas pintadas também, como sempre é a mana que as pinta pois não tenho jeito.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Revista Plátano - nº5


Há momentos recheados de história, de imagens que nos fazem "viver" a vida antiga na nossa cidade.
Digo "nossa" pois os quase 30 anos que cá vivo já me fazem viver Portalegre como se fosse minha de nascimento. Pelo menos meia-costela é!
A revista "Plátano - Revista de Arte e Crítica de Portalegre" veio ter às minhas mãos por acaso. Nunca tinha ouvido falar dela. Depois de a abrir e ler algumas páginas, e até mesmo pesquisar na internet, visitar blogues, percebi que afinal esta é uma aventura cultural que viu a luz do dia pela primeira vez, numa frondosa Primavera de 2005.
É uma revista cultural, na qual se escreve sobre a nossa cultura, a cultura dos Lagóias.
São tantas as histórias escritas que "devorei" a revista ontem ao serão.
O Outono de 2005 viu o n.2 que fez do Poeta José Duro sua capa. Em sua companhia encontrava-se também José Rodrigues Eustáquio (por mim, menos conhecido, mas não esquecido).
Na Primavera de 2006, volta nova edição, com o desporto em destaque, no 80º aniversário do 1º derby portalegrense - Sport Club Estrela - Grupo Desportivo Portalegrense.
Um interregno de mais de dois anos, faz voltar a revista no Outono de 2008.
E em 2012, no dia em que se comemorou o dia da cidade de Portalegre, o n.5 está na rua.
Pela minha parte, pelo menos as pessoas do serviço, já a ficaram a conhecer e algumas gostaram do que viram.
Gostaria de dar os parabéns a todos os que nela participam, mas infelizmente conheço só dois ou três de nome e de vista.
Foi bom conhecer Portalegre, as suas histórias e as suas gentes que já por cá andaram.

Um segredo de Verão

O que se pode contar dos segredos? Pois se são segredos, não se conta nada!
Um segredo de verão!
Pode ser de verão, outono ou até mesmo inverno. É segredo e é só meu!
Se tenho um segredo de verão? Não. Tenho um segredo do ano inteiro.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

O que não gosto no Verão

Aqueles dias em que anda tudo de manga curta e eu como sou friorenta, ando de casaco.
Noites tão quentes que mais parece que estamos no deserto a meio do dia.
Ar Condicionado com a temperatura igual à do Polo Norte.
Programar uma ida à praia, e ao fim de 200Km chegamos para um dia de praia e temos que ficar enfiados dentro do carro pois não pára de chover.
A famosa dor de garganta ao fim da 1ª bebida gelada ou o 1º gelado.
A vontade louca dos mosquitos, melgas e afins pelo meu sangue.

Escondido

Pôr do sol - Portalegre - 01/06/2012

O dia despede-se angelicalmente.
Nem uma presença de ti.
Nem uma presença minha.
Mais logo a noite chega, e aí, como todas as noites, encontramos-nos.
Irradia a luz, fazendo adivinhar o brilho do nosso encontro.
Por mais belo que seja o pôr do sol, é pela noite que anseio a chegada, é na noite que presencio a mais bela das cores.
Que pintor celestial tem o poder de pintar tão bela tela, tão bela peça de arte?
Escondido, aguardando a noite, vais vigiando os meus passos, o meu rumo. Rumo esse, que se encaminha para ti.

domingo, 3 de junho de 2012

O que não pode faltar no meu Verão

Uma bela sardinhada como a de ontem!

O Verão numa Cor


Amarelo.
Amarelo, como as searas que o vento faz bailar pelos campos do meu Alentejo.
Amarelo, como o sol escaldante que queima as peles mais desprotegidas.
Amarelo, como os malmequeres que pintam os campos.
Mas também há o azul cinza que faz da noite, a mais linda cor da paleta celestial.

Fotos tiradas ontem

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O Verão da minha Infância


Que sensação estranha ao acordar.
Como que por magia, a responsabilidade, a pressa, a pressão do trabalho, passaram.
A vontade de correr, pular, gritar, rodopiar, subir às árvores, enfim, brincar, voltou!
O cheiro das giestas que circundam Portalegre, dos malmequeres, das papoilas já não me fazem mal.
Visto uma roupa qualquer e saío para a rua. O tanque de lavar roupa, no quintal da avó está cheio de água. Mergulho os meus braços nele, chegando a água quase ao pescoço, eheh, molhei as mangas da t-shirt, aiai. Não faz mal, enxuga ao ar. Vejo o meu rosto no reflexo da água, sorrio, os meus olhos sorriem.
Subo as escadas e corro pela rua abaixo aos pontapés às pedras, a passar as mãos pelas paredes caiadas de branco. "Carla, não faças isso que sujas as paredes às vizinhas!" - parece que ouço a minha avó gritar ao longe.
Perto da casa do sr. Salgueiro, páro. Tenho medo dos cães que por vezes ali andam e que já correram atrás de mim dezenas de vezes. O quintal da vizinha Domingas, mais propriamente a terra perto das roseiras tem sido a minha safa, quando ao fugir deles lá aterro. Nenhum! Podemos seguir!
Chego perto da casa da Adélia. A porta aberta de par em par para deixar entrar o fresco da manhã. Cheira a sabão da roupa lavada que se encontra no alguidar para estender. Entro.
-Bom dia!
-Olha a Carlota Pires Dacosta! Logo de manhã, por aqui? (Agora já sabem de onde vem o nome)
-Vou brincar para o adro.
-Queres pão com manteiga?
-Sim pode ser. E com açucar também!
Hum, que vontade de comer pão com manteiga e açucar, neste momento. Cada dentada no pão, lambuça a minha boca de manteiga, que tento lamber até ao último pedaço.
Sorrio e volto de novo ao meu caminho.
Se a avó sabe que comi, de novo na casa da Adélia, ralha comigo. Mas não faz mal, eu como lá todos os dias e ela muitas vezes não sabe, pois a Adélia é minha amiga e já me disse que não lhe conta. O pior é a vizinha, a Diamantina que tem o quintal que dá para casa da minha avó. Quando sabe que estou na casa da Adélia, está sempre a gritar para a minha avó: "Oh Zé, a tua neta está de novo a comer na casa da Adélia!"- Não gosto da Diamantina, tem ar de bruxa, e deve ser mesmo, pois quando os nossos olhos se encontram fico doente, por isso fujo dela.
O adro da igreja da Senhora Santa Ana.
Dois terraços em terra batida com oliveiras, dois muros - o primeiro circunda a igreja e um mais largo que circunda este e que dá para a estrada, com uma altura de três metros.
A avó diz que é perigoso, mas eu gosto de brincar ali. Dá para jogar à bola, ao berlinde, fazer casinhas, subir às árvores, ou simplesmente estar sentada a ver quem passa, ou olhar lá longe a Serra da Penha, a Igreja da Sé, a Estação, ou o horizonte a perder de vista.
Subo para a minha "nave" e hoje é dia de defender a minha tripulação. Só acabo a "minha" guerra quando ouço a minha avó a chamar-me. Salto para o chão e corro até casa. Subo o muro que passa pela horta da Igreja e corro até uma encosta que me leva perto de casa. Quando a avó chama, é para ir rápido, por isso vou a corta-mato.
-Vou à cidade, queres vir?
A "cidade" fica a 200metros do sítio onde me encontro, mas a escassez de casas nesse caminho faz parecer que estou looonge da cidade.
Depressa lavo a cara, as mãos, penteio-me, visto outra camisa e lá vou eu.Ai, os livros da biblioteca! Pego na sacola e lá vou eu com a minha avó. Sinto-me importante quando vou com a minha avó à cidade. Ela conhece toda a gente, e toda a gente me fala também. Mas acompanhar a minha avó parece uma corrida de Fórmula 1, ela não anda, ela voa.
Passamos pela Câmara Municipal. Vou ver se o meu avô lá está para lhe dar um beijinho. Quando lá vou, falo também aos colegas dele.
-Aqui vem a minha Carla com os seus livros. Gosta muito de ler. Um dia, ainda escreve um livro! Tem mãos de habilidosa, dedos esguios. - e lá mostro eu, pela milésima vez as mãos. "Que sorte tê-las lavado!"
Quando dali saío, sigo para a biblioteca. Hoje não devo demorar muito, a D. Emília já me guardou o livro que quero. Não devia ser assim, mas ela guarda-me alguns livros que sabe que gosto, pois sabe que os trato sempre bem e por isso me faz estes miminhos.
O caminho para casa já é feito com a sacola dos livros a tira colo e os sacos das compras nas mãos. A avó não carrega muito os sacos, mas eu gosto de a ajudar.
Já não penso em mais nada a não ser, estar deitada, debaixo da videira, sentir o sol passar por entre as folhas, um copo de groselha ao meu lado para ir bebendo, ou uma taça de cerejas, e deixar a minha imaginação voar com a heroína da história.
Quando está mais calor, às vezes deixo-me dormir a ler o livro. Acordo quando tem que ser ou com alguma formiga a picar-me.
Quando a noite chega, já tenho o livro lido. Estou cansada!
Já deitada, sinto o calor entrar pela janela, os grilos a cantar, o céu estrelado e fecho os olhos.
Que bom ser criança, de novo!!


Esta história faz parte do passatempo do blog "A Turista Acidental".
Serve também para lembrar mais um Dia da Criança. A criança que eu fui, o recordar um dos muitos dias da minha infância, dos muitos dias de Verão que passava em casa, em Portalegre.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Metade do meu Coração em festa

Hoje metade do meu coração faz 4 anos.
A metade que dá descanso quando dorme, mas que vive em arritmia desenfreada quando está acordada.
Deu luta a nascer, mas os médicos foram mais fortes e toca de o tirar cá para fora, numa cesariana às 2h da manhã, em que o tema de conversa era o Glorioso.
Esta metade já passou por algumas contrariedades clínicas mas tem-se saído bem. É o meu forte!
Parabéns Diogo!

terça-feira, 29 de maio de 2012

Também quero transformar-me em MAX

Este é o novo cartaz dos gelados da Olá para 2012.
O novo gelado Crystal do Max foi a preferência do D. ontem à tarde. Só depois dele o comer, percebi porquê.
-Mãe já me trasformei? Vês os meus olhos e o cabelo a transformar-se??
-Que grande Max que tu estás! (o que poderia eu dizer?)
Deixei a magia acontecer. Tem tempo para viver a realidade do dia a dia.
-Mas não podes comer muitos, pois não quero que fiques Max para sempre, quero o meu filho de volta.
-Só vou comer pouquinhos.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Pássaro Ferido

Sou um pássaro ferido
Perdido,
Pelos seus abandonado
Desgovernado,
Inquieto na alma
Calma,
Suspiro por paixão
Perdão,
Doído no ferimento
Isolamento,
No chão me restabeleço
Adormeço,
Contigo sonho
Risonho,
Uma calma serena
Pequena,
Terei morrido?
Ou simplesmente Adormecido??

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Descalça

Ando descalça,
Por caminhos
Incertos
Desertos
Escondidos
Perdidos
Tempestuosos
Fogosos

Ando descalça,
Pelas nuvens
Algodão
Paixão
Macia
Alegria
Sorrir
Atrair

Ando descalça!

Compras na Secção Infantil

Não sou muito consumista no que toca à compra de roupa, sapatos e acessórios.
Para mim, qualquer trapinho serve, desde que não esteja esfarrapado ou sujo. Alguma da roupa que visto têm mais que 12 anos e estão óptimas, parecem novas.
No calçado passa-se o mesmo e nos acessórios, não sei, pois não tenho hábito de os usar.
Há dias, por acaso fui comprar uns ténis para o verão. Comecei por visualizar a secção dos adultos, masculinos, femininos e acabei por comprar uns na secção infantil.
Quem me manda ter pézinho de princesa com o singelo 34/35???
Mas o mais engraçado, foi o olhar "admirado" do rapazito que se encontrava ao lado.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

De volta!

De volta ao trabalho!
Já estava com saudades, mas também não valia a pena demonstrarem que sentiram a minha falta assim desta maneira. É que para ver se não estava já destreinada, apareceram 25 pardais mais 2 fugitivas.
Uma manhã preenchida.