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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Pequenos momentos

Quando a madrugada nos encontra, ainda sinto o teu cheiro no meu corpo inebriando a minha alma.
Levemente acaricio a tua pele, arrepiando cada pedaço tocado.
Encosto os meus lábios quentes de paixão, na tua gélida pele, envolvendo-te com os meus braços e assim fico sentindo-te junto a mim.
Os olhos vão se fechando e deixo-me ficar, sonhando, sorrindo...

domingo, 29 de julho de 2012

A brisa gelou o meu rosto e aí ficou, até o quente do teu ser aquecer o meu coração.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Acordado

E, por momentos o tempo voa
E, por momentos o sonho vive
acordado
Num simples sorriso teu
Num simples toque teu

Um único olhar
Para me fazer sorrir
e, adormeço contigo a meu lado
Uma estrela, lá fora, a brilhar
O meu ser, amado

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Momentos

Serão os momentos só meus e teus que eu gostaria guardar até ao fim da vida, até ao fim da minha vida.
O quanto eu queria recordar todos os momentos que nós tivemos e poder um dia, senti-los como os sinto agora.


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Escolhas

A vida é feita de escolhas. Escolhas essas que nos são presentes na vida pelos obstáculos que se nos deparam todos os dias.
Logo assim que acordamos fazemos escolhas: "Levanto-me?" ou "Deixo-me ficar deitada?", e por aí fora ao longo do dia.
Por vezes não fazemos a melhor escolha e deparamo-nos com as consequências desses actos.
As escolhas certas, ou que no momento achámos como certas, fazem-nos sorrir, viver confiantes, alegres.
As escolhas erradas, fazem-nos tombar, sofrer, viver em angústia, mas ajudam-nos a levantar de novo mais fortes e a enfrentar tudo e todos. Aprendemos com os erros, são pequenas batalhas que temos que travar para ganhar a guerra da vida.
Olhando para trás, não considero que tenha escolhido mal o caminho a seguir.
A morte do meu pai em 1979, alterou a minha vida, mas aí a escolha foi-me imposta e eu só tive que seguir em frente. Tive uma infância feliz, fui feliz e aprendi muito com o pouco que tinha.
As escolhas pessoais e profissionais também foram importantes.
A criação deste blog, foi outra das minhas escolhas. Sempre gostei de escrever, embora não o tivesse feito durante alguns anos.
Um dia de Outono de 2009 foi a altura escolhida.
Que nome para o blog, que nome para mim? Fácil.Orquídea, a flor que mais gosto. Carlota Pires Dacosta, o nome que me chamam desde pequena.
Praticamente ninguém que me conhece pessoalmente sabe que tenho um blog, nem tão pouco que escrevo. Tenho tanto de mim aqui escrito. Os meus pensamentos, os meus poemas. Muita gente não iria acreditar que sou eu que escrevo.
Passo despercebida no meio da multidão e assim quero ficar.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Tristeza

Hoje estou triste.
Como se fosse um sorriso capaz de apagar a tristeza que o meu corpo assola, que o meu corpo devora.
Por vezes, muitas vezes até, dou por mim a pensar no dia de amanhã. Naqueles dias que espero que cheguem bem distantes daquele em que me encontro.
Não sei, como ninguém sabe, se chegarei ao amanhã. Pelo menos mentalmente capaz de me lembrar da minha infância, da minha adolescência, das coisas boas que a vida me enviou, assim como das quedas que dei, e das cais aprendi grandes lições de vida.
Fui uma criança feliz, com o pouco que tinha de posses e de bens materiais, mas com uma imaginação fértil, graças aos muitos livros, colectâneas, enciclopédias que li.
Nos dias de hoje a internet é uma grande ajuda em algumas coisas, mas por vezes faz-me falta o papel, o folhear dos livros antigos, o seu cheiro, a sua rugosidade.
Há alguns anos, vivia ansiosa com o dia a dia, o stress do trabalho, a competividade profissional. Era em casa, na calma e paz do meu lar, que me refugiava. A companhia da família, um bom livro e uma chávena de chá fazia maravilhas. 
Hoje em dia vivo um dia da cada vez, não vale a pena projectar nas nuvens o futuro que se sabe incerto. A minha "preocupação" é o chegar um dia, se Deus quiser, a uma belíssima cota para aí de oitenta e muitos anos e saber o que vivi, lembrar-me das pessoas que passaram pela minha vida e que foram deixando marcas. Sim aquelas marcas, das quais muitas mulheres fogem, e as quais eu não me importo de ostentar. Algumas já vão aparecendo, e quando à noite me vejo ao espelho, sei o nome de cada uma delas (o meu avôzinho Porfírio, a Raquel, a avó Teresa, o meu pai José - os que já partiram; o Diogo e a Salomé - filhos, o meu marido e a restante família, a Cristina, a D. Isabel, a Anónima Marisa, o Anónimo Luís, a MJFalcão, o Manuel Poppe; e aqueles Amigos sem presença física mas pelos quais o meu coração e o meu pensamento está sempre presente, o Compadre Mar do Poeta, as minhas Princesas Cozinheiras e todos os restantes amigos que tenho encontrado pelo blogue).
De menina tímida e envergonhada, saiu uma mulher forte, extrovertida em certos momentos, pois por vezes a timidez ainda se lembra de mepregar partidas.
O dia aqui por Portalegre tem sido triste e não vale a pena falar no assunto que todos já sabem pelas notícias. Sim eram pessoas conhecidas, uma das quais trabalhava na mesma instituição que eu, e o sobrevivente meu cabeleireiro.
Por agora continuo triste.
Amanhã um novo dia. O sol irá aparecer e aquecer a minha alma.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Escondido

Pôr do sol - Portalegre - 01/06/2012

O dia despede-se angelicalmente.
Nem uma presença de ti.
Nem uma presença minha.
Mais logo a noite chega, e aí, como todas as noites, encontramos-nos.
Irradia a luz, fazendo adivinhar o brilho do nosso encontro.
Por mais belo que seja o pôr do sol, é pela noite que anseio a chegada, é na noite que presencio a mais bela das cores.
Que pintor celestial tem o poder de pintar tão bela tela, tão bela peça de arte?
Escondido, aguardando a noite, vais vigiando os meus passos, o meu rumo. Rumo esse, que se encaminha para ti.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Já vou.

O fim de tarde, fresco para a época, foi brindado com chuva. Uma chuva miudinha que quase não se via, mas sentia-se.
Pela encosta, o nevoeiro descia, uma vez mais, para cobrir a cidade com o seu manto protector. Protecção pelos seus moradores, pelo seu casario, pelas suas plantas. Gostava de tocar cada um de forma especial. Era através dele que os olhos se abriam mais para tentar ver mais longe. Era através dele que as casas sentiam o suave toque que teimava em bater uns dias mais forte que outros, tentando entrar. E depois afasta-se a sorrir, enquanto as portas, janelas, paredes e telhas, se ajustavam de novo. As plantas, essas sorriam pelas pequenas gotas que a terra sugava, fazendo-as chegar bem perto das suas raízes, fortalecendo-as.
Era na noite que as almas mais sonhadoras, viajavam pelo mundo.
O nevoeiro por vezes, corria atrás delas. Tentava protegê-las, fazendo com que chegassem seguras ao corpo despojado na cama, no sofá.
Será hoje um dia de fuga? Será que irei longe?
Hoje sei, que a viagem será certamente bem acompanhada.
Alguém espera por mim.
"-Já vou, não demoro quase nada! É só o tempo de desligar o pc, e os olhos se fechar."

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Unidos

Quantos dias já passaram?
Quantas noites?
Unidos até ao último suspiro. Unidos numa busca incessante da eternidade onde possamos viver o nosso desejo, o nosso amor.

domingo, 1 de abril de 2012

Chuva

Assim como se de uma mentira se tratasse, ela chegou.
O final do dia de ontem, fez anunciar a sua chegada, a aragem fresca, húmida, o cheiro da terra molhada, embora não houvesse sinal algum da sua presença.
O corpo repousava serenamente na cama. Os cabelos emaranhados em cima da almofada, os braços dobrados por baixo da almofada. Primeiro foi o cheiro que despertou os meus sentidos. Água! 
Cheirava a água, não uma água caída do céu sem nexo, cheirava a água que caía na terra, terra essa que há meses que ansiava o seu toque. Um toque suave. O toque da água a entrar pela terra, escorrendo, percorrendo caminhos secos, agrestes. As raízes agitam-se, tentando sugar o mais rápido possível as pequenas gotas que passam por perto. Meses e meses de grande seca.
Mais em cima, as árvores, as plantas dançam! Todos os movimentos graciosos com o único objectivo de conseguir apanhar a maior quantidade de água possível. Agora sim, de novo brilhantes!
Levantei-me, encaminhei-me para a janela. O dia estava a nascer. A chuva caía, uma pequena neblina assolava a paisagem até onde a minha vista alcançava. Não estava a sonhar! Não podia ser mentira do 1º de Abril. Está de facto a chover. Abri a janela e estiquei os braços, que aos poucos foram ficando molhados. Parecia que a chuva, tal como fazia no interior da terra, entrava pela minha pele, tentando chegar à corrente sanguínea. Fazia-me falta, sentir a chuva no meu corpo. Aos poucos as mãos, depois os braços, e por fim todo o corpo ficou frio. Mas um frio que soube tão bem.
Fechei a janela, deixei a cortina aberta e fiquei a ver a chuva cair.
Voltei a deitar-me e adormeci.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Quanto de ti!

Quantos caminhos percorremos sem nunca nos termos visto?

Quantos desejos, paixões, partilhados!
Quantos sorrisos, quantas lágrimas?
Contudo amantes, sem nunca nos termos "amado"!

quarta-feira, 28 de março de 2012

Flor

Sou como uma flor
Frágil, com a força do vento
Forte, quando presa à terra
Pequenos rebentos brotam de mim
Pressentindo um festival de mil cores

sábado, 24 de março de 2012

Por ti

Por caminhos sinuosos eu sigo, com a finalidade de te conseguir encontrar.
Por ti percorro montes, vales. Combato ventos, tempestades.
Por ti morro e volto a nascer.
Por ti, por um sorriso teu, por um abraço eu entrego-me ao silêncio.
Tenho saudades

sexta-feira, 16 de março de 2012

Sonhos

O ar arrefeceu um pouco.

As nuvens escuras amontoavam-se fazendo adivinhar um temporal.

Sentada à janela, deixei o meu olhar vaguear pelo horizonte, sem nenhum limite.

Quantos anos terão passado sem que o nosso olhar se encontrasse? Quantos dias, quantas noites sem saber notícias tuas?

E agora, aqui estava de volta ao sítio onde tudo começara.

Será agora, hoje, o presente tantas vezes adiado?

O meu coração bate descompassadamente. Tantos pensamentos, tantos desejos adiados.

O barulho de uma porta a bater, fez o meu rosto voltar-se. Um corpo franzino, amparado por uma bengala, o cabelo branco, tudo desconhecido. O olhar, o teu olhar sorridente. Eras tu!

Devagar, chegas-te mais perto. Estava imóvel!

"-Minha bela e doce Orquídea!"

Os teus braços envolveram o meu corpo e senti o teu coração bater apressado junto a mim.

"-Meu doce Anjo!"

Nada mais importava.

Lá fora chovia torrencialmente.

domingo, 4 de março de 2012

Quero Amar-te (Reeditado) 29/Out/2010

A brisa gelada que entra pela janela do quarto, desperta-me.
O dia acorda num cinzento-azulado que deixa vislumbrar o teu corpo despido.
Ainda sinto o teu cheiro, entranhado no meu corpo.
Vejo-te dormir.
Sorrio, por estares aí.
A tua mão, aberta, segura o meu seio. O único contacto entre nós.
Fecho os olhos, e relembro a noite em que os nossos corpos se uniram pela primerira vez.
O desejo, a paixão, a descoberta.
Suavemente toco na tua pele, deslizando a minha mão pela tua cabeça, pescoço...
Sorris.
Os teus braços envolvem o meu corpo, atraindo-me a ti.
Os teus lábios encontram os meus, como se fosse uma questão de sobrevivência.
A tua mão, percorre o meu corpo, explorando cada milímetro.
Dizes baixinho: "Quero fazer amor, contigo."
Nada digo.
Deixo as minhas mãos, os meus lábios e o meu corpo dar a resposta.
Pela janela, a brisa gelada continua a entrar.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Dias

Quantos dias irão passar
Quantas horas, quantos minutos
Deixar a vida seguir o seu rumo
Quando tudo o que faço
Tudo o que desejo
É poder um dia, um único dia, sentir o calor do teu corpo

domingo, 22 de janeiro de 2012

Invisível

O sol brilha intensamente nos teus olhos.
Olhar triste, vazio.
Ao longe, escondida entre a multidão, observo-te. Tenho-te observado todos os dias, sei todos os teus rituais matinais.
Acordas cedo, e o caminho entre a cama e a banheira é dos mais belos bom dia que recebo. Observar o teu corpo despido, o seu contorno como se esculpido fosse, o desenho que mostra quando andas, soberbo! A escolha da roupa que vestir, a indecisão na gravata a colocar e observar a tua expressão no espelho. O café bebido à pressa, o andar apressado para o elevador.
Quando a porta do prédio se abre e sais para a rua, é o arco-íris que chega naquele momento. Sigo-te!
Até hoje acho que nunca deste pela minha presença. Todos os dias te sigo, escondida entre a multidão. Sinto o teu perfume no ar que fica quando passas.
Quando passas a passadeira, fico do lado de cá à tua espera, que acontece todos os dias no final da tarde. Nem mesmo aí, quando por mim passas lado a lado e os meus olhos te obervam intensamente, sentes a minha presença.
O pôr do sol de Inverno está magnífico. O dia esteve quente para a época. E mais uma vez cá estou do outro lado da passadeira à tua espera. Como sempre, olhas a multidão deste lado à espera de passar, o sol ilumina o teu olhar, triste, vazio. Quando avanças na minha direcção a aragem faz esvoaçar o teu cabelo, o teu olhar ilumina o meu dia, e o teu sorriso cansado traz ouro à minha vida. Quando chegas perto, desvias-te um pouco e sinto a tua respiração cansada a passar lado a lado comigo, o teu cheiro enebria o meu ser, e assim fico imóvel, parada, saboreando o momento. Momento esse que voltará amanhã.
Hoje o dia está diferente. As núvens ameaçam desabar a qualquer momento, o cheiro da humidade no ar faz adivinhar chuva a qualquer momento. Torna-se dificil nestes dias ver-te tão bem. Já te vejo ao longe, parado, à beira da passadeira. Olhas para o céu, abres a gola do casaco, fazendo com que tape o teu pescoço, a tua mão agarra fortemente a pasta e na outra o guarda-chuva a postos para ser aberto. Já vens a passar na passadeira, quando as primeiras gotas teimam em cair. Guarda-chuvas abrem-se em todas as direcções, por momentos deixo de te ver. Os meus olhos começam a percorrer todas as direcções, todas as pessoas que consegue alcançar. Tenho que te encontrar, hoje não posso perder o momento. O momento que me faz sonhar todas as noites, o momento que me faz acordar todos os dias.
Perdi-te! Não pode ser! Não te posso perder, não te quero perder!
Olho em todas as direcções e nada. Como te posso ter perdido?
Concentrar! Tenho que me concentrar. Fecho os olhos e tento imaginar o percurso que fazes na minha direcção. Deixou de chover? Que bom! Pode ser que ainda consiga ver-te.
Abro os meus olhos e aqui estás mesmo à minha frente a olhar para mim. Não tinha deixado de chover. O teu guarda chuva cobre-nos. Olho para ti, nada consigo dizer. Tu não podias estar aqui, como estás aqui? Nunca olhas para mim, nem devias saber que eu existo e agora estás aqui à minha frente?
Vejo os teus olhos brilhar, um brilho de arco-íris. E o teu sorriso, lindo!
Tento afastar-me, mas a tua mão segura o meu braço, impedindo-me de fugir.
Chove torrencialmente. A rua está quase deserta e nós debaixo de um guarda-chuva, molhados, a sorrir e a olhar um para o outro sem nada dizer, simplesmente sentir. Sentimentos profundos!
Não sei quanto tempo ali ficámos. A chuva entretanto parou. Fechas o guarda-chuva e sorris. Sinto o cheiro do teu perfume tão intensamente. A tua face, o teu olhar fica cada vez mais perto do meu. Os teus lábios passam levemente pelos meus, em direcção ao meu ouvido:"Hoje quero continuar o que tenho sonhado todas as noites!"
Aquela era a frase que eu tinha que dizer, não ele.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Lua Nova

Por uma só noite.
Por uma noite me queria perder em teus braços, sentir a força possante do teu ser.

Perco-me na noite
Envolta pelo nevoeiro
Procuro a tua presença
Sinto o teu cheiro

Deambulo sozinha por entre o espesso arvoredo. Sei que estás aí, sinto-te.
Procuro-te incessantemente.

Percorro caminhos desconhecidos, caminhos que sei que me levam a ti.

Sento-me perto de um riacho, sinto o fresco da madrugada, da água a correr. A lua nova não deixa visualizar nada. Não sinto medo. Sei que estás perto.

A tua mão acaricia suavemente a minha face. Fecho os olhos. Sorrio ao sentir a tua presença.

Sentas-te perto de mim. A tua mão acaricia o meu cabelo. Os nossos lábios tocam-se suavemente. Deitamo-nos sobre a folhagem. Sinto a tua mão acariciar o meu pescoço, descendo até ao peito. Encontro os teus olhos, sorris. Os teus lábios, a tua língua fazem o mesmo percurso que a tua mão tinha feito. Não quero que acabe. Intensamente sinto os teus lábios em meu peito.

A tua mão vai descendo pela minha barriga, suavemente. Suspiro. O meu corpo move-se um pouco. Sinto o meu corpo arder de desejo. Desliza suavemente até não ter mais onde deslizar. Páras. Os nossos olhos encontram-se mais uma vez. Sinto a tua mão rodar a minha anca, segurar a minha nádega forte. O outro braço passa pelo meu pescoço. Beijamo-nos. Pegas em mim ao colo e dizes baixinho :"Um dia..."

Encosto a minha cabeça no teu peito, os meus braços envolvem o teu pescoço e seguimos.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Memória

Agoniza a dor que do meu peito exala.
Memórias!
Nos meus dias sobrevivo das memórias do que passei.
Nesse tempo existias tu, existia o teu ser, o teu corpo, o teu carinho, o teu amor.
E agora? O que existe agora?
Memórias que doem e que ao mesmo tempo me fazem sorrir.
Eternamente existiremos!!

sábado, 31 de dezembro de 2011

2012


Para finalizar 2011 que também trouxe coisas boas. A vossa presença todos os dias, a vossa escrita, a vossa atenção, o vosso carinho, desejo-vos a todos os que me seguem e aos que me visitam um 2012 cheio de "ALEGRIA".
"ALEGRIA" porque cada vez mais temos que viver a nossa vida como se fosse um momento de circo; a luta dos leões, a magia dos momentos de ilusionismo, o equilibrismo das focas, a inocência do olhar das crianças, a "ALEGRIA" e o sorriso que os palhaços nos proporcionam.
Desejo à minha família: marido e filhos esse momento mágico durante todo o ano.