Sou um pássaro ferido
Perdido,
Pelos seus abandonado
Desgovernado,
Inquieto na alma
Calma,
Suspiro por paixão
Perdão,
Doído no ferimento
Isolamento,
No chão me restabeleço
Adormeço,
Contigo sonho
Risonho,
Uma calma serena
Pequena,
Terei morrido?
Ou simplesmente Adormecido??
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Descalça
Ando descalça,
Por caminhos
Incertos
Desertos
Escondidos
Perdidos
Tempestuosos
Fogosos
Ando descalça,
Pelas nuvens
Algodão
Paixão
Macia
Alegria
Sorrir
Atrair
Ando descalça!
Por caminhos
Incertos
Desertos
Escondidos
Perdidos
Tempestuosos
Fogosos
Ando descalça,
Pelas nuvens
Algodão
Paixão
Macia
Alegria
Sorrir
Atrair
Ando descalça!
sábado, 19 de maio de 2012
Silêncio da noite
É no silêncio da noite que te procuro
É no silêncio da noite que te amo
Descubro a magia do teu corpo
No prazer, é por ti que chamo
É no silêncio da noite que te amo
Descubro a magia do teu corpo
No prazer, é por ti que chamo
terça-feira, 15 de maio de 2012
Cozinha dos Vurdóns: Um convite à Utopia
Como não podia deixar de ser, não recuso um convite feito pelas minhas belas Princesas Cozinheiras.
"Combater O Crime do Ódio com Poesia".
Não sei muito bem se é isto que elas querem, mas cá vai a minha poesia. Não quero falar da parte má, da parte que a maioria de nós quer ver, pois há tanto de bom, que se deixarmos a nossa porta aberta, entram de uma maneira que nunca pensámos que fosse possível. E descobrimos coisas lindíssimas.
Cá vai.
Espera! Outra explicação. A poesia tem o cunho da Orquídea, por isso não irá sair coisa boa, eheh.
Vamos lá então!
Era noite e adormeci
Na lua e nas Estrelas ficou o pensamento
Deixei a minha alma voar
Senti próximo um nascimento
A um acampamento fui ter
Senti que já lá tinha estado
Ninguém deu pela minha presença
Ninguém me terá notado?
Uma fogueira no meio
Em volta um Vurdón, lindo!
É aconchegante este espaço
Tudo me estava atraindo
Com cores garridas nos fatos
Mulheres dançavam, sorriam
Tachos. Frutas, legumes
Alimentos que floriam
Crianças corriam
Numa alegria contagiante
Dá vontade ser criança, de novo
Viver esta vida saltitante
Homens tocando instrumentos
Som de música inebriante
Uma presença chama a minha atenção
Uma Estrela, cintilante.
O seu olhar é penetrante
O único que me consegue ver
Conheço este olhar
Uma calma, paz, invade o meu ser
Os seus passo vêm ao encontro dos meus
Deixa o meu corpo preso ao chão
Os seus olhos observam-me por dentro
Sinto o começo de algo, sinto um turbilhão
Passa por mim, rodeando o meu corpo
Ficando imóvel atrás de mim
Os seus braços envolvem o meu ser
No ar um odor a jasmim
Os seus lábios tocam o meu pescoço
Não consigo um só passo dar
Extansiando um perfume o meu ser
Fecho os olhos, não quero acordar!
Um violino toca ao longe
Não sei quanto tempo assim fiquei
Ainda sinto o seu cheiro
Abri os olhos, não o encontrei
Uma criança chega perto
Convida-me para comer
Faço parte das suas vidas
Só demorei a perceber
Serei esta, o EU verdadeiro?
Ou aquela que anda adormecida?
Ter mil vidas numa só
Ou só uma, eternamente vivida?
Quantas vezes fugimos do diferente?
Quantas vezes fugimos do inexplicável?
Com as Princesas Cozinheiras, muito tenho aprendido
Uma Cozinha bastante saudável.
"Combater O Crime do Ódio com Poesia".
Não sei muito bem se é isto que elas querem, mas cá vai a minha poesia. Não quero falar da parte má, da parte que a maioria de nós quer ver, pois há tanto de bom, que se deixarmos a nossa porta aberta, entram de uma maneira que nunca pensámos que fosse possível. E descobrimos coisas lindíssimas.
Cá vai.
Espera! Outra explicação. A poesia tem o cunho da Orquídea, por isso não irá sair coisa boa, eheh.
Vamos lá então!
Era noite e adormeci
Na lua e nas Estrelas ficou o pensamento
Deixei a minha alma voar
Senti próximo um nascimento
A um acampamento fui ter
Senti que já lá tinha estado
Ninguém deu pela minha presença
Ninguém me terá notado?
Uma fogueira no meio
Em volta um Vurdón, lindo!
É aconchegante este espaço
Tudo me estava atraindo
Com cores garridas nos fatos
Mulheres dançavam, sorriam
Tachos. Frutas, legumes
Alimentos que floriam
Crianças corriam
Numa alegria contagiante
Dá vontade ser criança, de novo
Viver esta vida saltitante
Homens tocando instrumentos
Som de música inebriante
Uma presença chama a minha atenção
Uma Estrela, cintilante.
O seu olhar é penetrante
O único que me consegue ver
Conheço este olhar
Uma calma, paz, invade o meu ser
Os seus passo vêm ao encontro dos meus
Deixa o meu corpo preso ao chão
Os seus olhos observam-me por dentro
Sinto o começo de algo, sinto um turbilhão
Passa por mim, rodeando o meu corpo
Ficando imóvel atrás de mim
Os seus braços envolvem o meu ser
No ar um odor a jasmim
Os seus lábios tocam o meu pescoço
Não consigo um só passo dar
Extansiando um perfume o meu ser
Fecho os olhos, não quero acordar!
Um violino toca ao longe
Não sei quanto tempo assim fiquei
Ainda sinto o seu cheiro
Abri os olhos, não o encontrei
Uma criança chega perto
Convida-me para comer
Faço parte das suas vidas
Só demorei a perceber
Serei esta, o EU verdadeiro?
Ou aquela que anda adormecida?
Ter mil vidas numa só
Ou só uma, eternamente vivida?
Quantas vezes fugimos do diferente?
Quantas vezes fugimos do inexplicável?
Com as Princesas Cozinheiras, muito tenho aprendido
Uma Cozinha bastante saudável.
domingo, 29 de abril de 2012
Ilumina-me
Salvador Dali
Quando o quarto minguante
lá do alto vai rompendo
Deixa o ceu envolto em prata
Um raio de luz vai nascendo
Movo montanhas, serras e penhascos
Na busca incessante do teu ser
Perco-me, sozinha na noite
No frio procuro me aquecer
A noite continua o meu refúgio
É nela que me sinto segura
Quantos olhos observam
no seu olhar, mais uma criatura
Ouço a tua voz chamar por mim
Ao longe contemplo simples luminosidade
É a chama do Amor
Que nos envolve pela imortalidade
quarta-feira, 21 de março de 2012
Dia Mundial da Poesia
Em começo de Primavera
E logo no Dia Mundial da Poesia
Não podia o dia ser mais azarento
Queda, negras e galarós
Ficou o humor, birrento!
Amanhã espero que melhore
Senão ao dr. tenho que ir
Rebolar seis degraus não é brincadeira
Vá, pronto! Comecem lá a rir!!
Vou embora antes que piore
E em vez de rir tenha que chorar
Adormeço com os anjos
Com Morpheu quero acordar
Fui....
E logo no Dia Mundial da Poesia
Não podia o dia ser mais azarento
Queda, negras e galarós
Ficou o humor, birrento!
Amanhã espero que melhore
Senão ao dr. tenho que ir
Rebolar seis degraus não é brincadeira
Vá, pronto! Comecem lá a rir!!
Vou embora antes que piore
E em vez de rir tenha que chorar
Adormeço com os anjos
Com Morpheu quero acordar
Fui....
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Perto do fim
Um vazio intenso
Invadiu todo o meu ser
O pensamento vagueia pelo abismo
Há uma vontade, mais do que o querer
Os dedos não obedecem
Ao delírio sonhado
Escapa-se o texto friamente
Sinto que está tudo acabado
Não consigo escrever
Nem tão pouco pensar
Fogem as letras no texto
Encontra-se perto o findar.
Invadiu todo o meu ser
O pensamento vagueia pelo abismo
Há uma vontade, mais do que o querer
Os dedos não obedecem
Ao delírio sonhado
Escapa-se o texto friamente
Sinto que está tudo acabado
Não consigo escrever
Nem tão pouco pensar
Fogem as letras no texto
Encontra-se perto o findar.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Desencontros
Esta espera angustiante
Sem nada de ti saber
Devora por dentro o meu corpo
Sinto-me enlouquecer
Do alto me vigiavas
Protegias os meus movimentos
Sinto-me desamparada e triste
Envolto no meu ser, pensamentos
O frio gélido da manhã
Enregela o meu corpo
Onde estão as asas que me protegem
As asas que não encontro
Sem nada de ti saber
Devora por dentro o meu corpo
Sinto-me enlouquecer
Do alto me vigiavas
Protegias os meus movimentos
Sinto-me desamparada e triste
Envolto no meu ser, pensamentos
O frio gélido da manhã
Enregela o meu corpo
Onde estão as asas que me protegem
As asas que não encontro
domingo, 29 de janeiro de 2012
My Sweet Angel
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Um "desejo" de Natal

Oh meu querido Pai Natal
Nesta data nada radical
Queria como presentinho
O livro novo do Chakall
Não pensem que é demais
Não o quero para aprender a cozinhar
Com o Chakall na minha cozinha
Até a louça tem outro brilhar
Cozinheiro como este
Acredito que nunca houve
Turbante amarelo na cabeça
O que eu gostaria de ser couve...
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
São Martinho

A madrugada chegou
Com as nuvens a ameaçar o ar
Regressava a casa São Martinho
Quando a chuva resolveu assentar
Forte guerreiro era São Martinho
Várias batalhas teve de travar
Mas o seu coração era bondoso
E a todos gostava de ajudar
A chuva caía em tormenta
O seu passo era certeiro
Seu cavalo corria a galope
Por entre serras, campos e outeiros
Pelo caminho encontrou um mendigo
E a sua frondosa espada desembainhou
Cortou ao meio a sua capa
E à pobre criatura a entregou
Seguiu o seu caminho mais airoso
E o milagre aconteceu
Parou a chuva e o frio
E o sol apareceu
E para que ninguém esquecesse este dia
Este dia milagroso
Por uns dias cessa o frio e a chuva
E aparece um sol radioso
Em Portalegre, cidade altaneira
É costume festejar-se o São Martinho
Passa-se pelas adegas
Come-se castanhas e prova-se o vinho
Com as nuvens a ameaçar o ar
Regressava a casa São Martinho
Quando a chuva resolveu assentar
Forte guerreiro era São Martinho
Várias batalhas teve de travar
Mas o seu coração era bondoso
E a todos gostava de ajudar
A chuva caía em tormenta
O seu passo era certeiro
Seu cavalo corria a galope
Por entre serras, campos e outeiros
Pelo caminho encontrou um mendigo
E a sua frondosa espada desembainhou
Cortou ao meio a sua capa
E à pobre criatura a entregou
Seguiu o seu caminho mais airoso
E o milagre aconteceu
Parou a chuva e o frio
E o sol apareceu
E para que ninguém esquecesse este dia
Este dia milagroso
Por uns dias cessa o frio e a chuva
E aparece um sol radioso
Em Portalegre, cidade altaneira
É costume festejar-se o São Martinho
Passa-se pelas adegas
Come-se castanhas e prova-se o vinho
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
...
Aaaiiiiiiiii quero fugir
Nada consigo escrever
Nada consigo pensar
Novembro chegou com a sua chuva
e a inspiração onde foi parar???
Nada consigo escrever
Nada consigo pensar
Novembro chegou com a sua chuva
e a inspiração onde foi parar???
terça-feira, 18 de outubro de 2011
A Luz
Pedro RanhetaSerra da Penha - Portalegre
Ao longe, a luz teima em espreitar
Inquieta o meu frágil ser
Brilhos que ofuscam o dia
Parto, agitado, alteração do meu viver.
Por montes e vales, percorro
Em busca de quem me atormenta
Na penumbra alimento a minha dor
Uma dor que me apoquenta, violenta
Nuvens trespassando os céus
Acompanham o meu caminho
Sigo inglória, em busca da luz
Um trilho que sigo, sozinho!
Inquieta o meu frágil ser
Brilhos que ofuscam o dia
Parto, agitado, alteração do meu viver.
Por montes e vales, percorro
Em busca de quem me atormenta
Na penumbra alimento a minha dor
Uma dor que me apoquenta, violenta
Nuvens trespassando os céus
Acompanham o meu caminho
Sigo inglória, em busca da luz
Um trilho que sigo, sozinho!
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Doloroso

Como pode o silêncio, doer tanto?
Como pode a ausência, sufocar?
Como pode um gesto, arder tanto?
E um simples olhar, matar?
O tempo passa tão devagar
Parecem anos, os segundos contados
Espinhos, penetram no meu corpo
Só, solidão. Dois seres abandonados!
Esvai-se o meu corpo em sangue
A minha alma chora de dor
O meu coração bombeia desejos
Desejos que um dia foram amor
sábado, 15 de outubro de 2011
Folha Branca
Encontro uma folha branca
Branca como a neve
Branca como uma parede caiada
E, através dela vislumbro um mundo
Colorido, garrido
Preso num sonho profundo
Aos poucos,
O lápis vai dando cor
Com traços imaginários
E o branco aos poucos vai sumindo
Desaparece, enfraquece
E a cor vai surgindo
Branca como a neve
Branca como uma parede caiada
E, através dela vislumbro um mundo
Colorido, garrido
Preso num sonho profundo
Aos poucos,
O lápis vai dando cor
Com traços imaginários
E o branco aos poucos vai sumindo
Desaparece, enfraquece
E a cor vai surgindo
sábado, 1 de outubro de 2011
Desejo de...
Constante é a tua presença
Que me tem deixado louca
Algumas noites mal dormidas
De manhã a vontade é tão pouca.
Na escuridão me procuras
No leito me encontro deitada
Já te encontras bem perto
Por ti desejo ser amada
Quando o meu corpo tocas
Envolvendo-me com os teus braços
Não há mulher que aguente
Tanto desejo, e no fim tanto cansaço!
Pouco a pouco sugas-me o sangue
Pára! Ainda me vais fulminar!
Saí de cima de mim, oh melga abusadora!
Por favor, vai-te embora! Deixa-me descansar...
Que me tem deixado louca
Algumas noites mal dormidas
De manhã a vontade é tão pouca.
Na escuridão me procuras
No leito me encontro deitada
Já te encontras bem perto
Por ti desejo ser amada
Quando o meu corpo tocas
Envolvendo-me com os teus braços
Não há mulher que aguente
Tanto desejo, e no fim tanto cansaço!
Pouco a pouco sugas-me o sangue
Pára! Ainda me vais fulminar!
Saí de cima de mim, oh melga abusadora!
Por favor, vai-te embora! Deixa-me descansar...
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Últimos dias
Madruga o dia solarengo
Empenhado em dominar o momento
O calor fustiga os últimos dias
Nunca mais se acaba o tormento
Oh Verão de outras vidas!
Vai-te embora bem depressa
Deixa chegar o meu Outono
O Rei de esta e outras promessas
Tanto a piscina como a praia
Têm o reinado por um fio
Os bancos de jardim e os passeios pelo campo
Recomeçam a sua vida, recomeça o corrupio
As folhas já vão caindo
Sabe tão bem vê-las "dançar"
Desejo o meu Outono
Quero viver, beijar, amar...
Empenhado em dominar o momento
O calor fustiga os últimos dias
Nunca mais se acaba o tormento
Oh Verão de outras vidas!
Vai-te embora bem depressa
Deixa chegar o meu Outono
O Rei de esta e outras promessas
Tanto a piscina como a praia
Têm o reinado por um fio
Os bancos de jardim e os passeios pelo campo
Recomeçam a sua vida, recomeça o corrupio
As folhas já vão caindo
Sabe tão bem vê-las "dançar"
Desejo o meu Outono
Quero viver, beijar, amar...
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Recordações de Outono!
Quarto minguante do meu contentamento
O teu luar inspira o meu ser
A noite esfria um pouco
Eras tu quem eu queria ver
Ensombras o meu dormitar
Agitas o meu semblante
Desejo ver-te todos os meses
Minha paixão minguante.
Depois das férias surpreendeste-me
Madrugada admirável, um assombro
Céu cinza, nevoeiro e chuva iminente
A fazer lembrar o meu saudoso OUTONO
O teu luar inspira o meu ser
A noite esfria um pouco
Eras tu quem eu queria ver
Ensombras o meu dormitar
Agitas o meu semblante
Desejo ver-te todos os meses
Minha paixão minguante.
Depois das férias surpreendeste-me
Madrugada admirável, um assombro
Céu cinza, nevoeiro e chuva iminente
A fazer lembrar o meu saudoso OUTONO
Esta foi a surpresa na madrugada de ontem!!!
Alguns estiveram perto ao falar na lua, mas a manhã a fazer lembrar o Outono foi de facto a grande surpresa.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Pedidos

Quando não se tem imaginação
e nada sai do nosso pensamento
Fica triste o nosso semblante
Precisamos e depressa, de um encantamento
Pode vir a bruxinha mais feia
Ou quem sabe, até a mais engraçada
O pensamento anda pelas ruas da amargura
E os dedos entrelaçados numa meada
Pode até aparecer a fada-madrinha
Com a sua varinha de condão
Dar aqui à menina um príncipe com castelo
Uma praia, e muita imaginação
sábado, 2 de julho de 2011
Só
MC - Trilho das Azenhas-MontalvãoPerdidos por longínquos trilhos
Neste caminho me fui encontrar
Aqui do cimo tudo vislumbro
Só, pronto a abandonar
Em tempos que já lá vão
Fui o mais forte no montado
Na minha sombra viveram-se vidas
E de vidas fui abandonado
Em templos que foram de glória
Frondoso foi o meu viver
Abandonado até morrer
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